O blog e seu papel na educação
Como ferramentas de divulgação do conhecimento, os blogs vêm aumentando a capacidade educacional da internet.
A menos de meia década a produção da informação na rede era elaborada por empresas e/ou por profissionais que divulgavam, em seus sites, produtos e serviços.
Dessa forma, cabia a portais jornalísticos a tarefa de informar sobre os mais diversos assuntos. Hoje, o cenário é outro. Pessoas comuns expõem seus conhecimentos em blogs e serviços sociais espalhados pela rede.
Claro que a qualidade da informação nem sempre é a esperada, no entanto, pessoas comuns ganham credibilidade na medida em que desenvolvem seu trabalho educacional ou meramente informativo. E, em alguns casos, passam de meros “coadjuvantes da notícia” para “protagonistas da rede.”
Bons exemplos não faltam, como é o caso do site www.guiadohardware.com.br que se tornou referencia em Linux no Brasil com o projeto Kurumin e www.garotasemfio.com.br referencia em informações sobre aparelhos móveis, são apenas alguns exemplos, sobre o potencial dessa ferramenta.
E o que falar do twitter.com/
que é um fenômeno da internet. O microblog, utilizado inicialmente apenas para mandar mensagens curtas, hoje, informa sobre tudo; desde banalidades ou desabafos, até informações em tempo real sobre tragédias, eventos esportivos, interação com programas televisivos, ou simplesmente como uma ferramenta informativa estilo RSS, onde notícias interessantes sobre um certo tema são comentadas e linkadas as respectivas páginas.
Existem também blogs voltados especificamente à educação, segue alguns links abaixo:
http://www6.ufrgs.br/psicoeduc/ – Psicologia da educação
http://blog.educaedu.com/pt/ – Site especializado em soluções para educação
http://amoaeducacaoinfantil.blogspot.com/ – Educação infantil
O que se percebe, na maioria dos casos, é que os blogs não são mais encarados como “simples diários”, na verdade, tornaram-se bem mais que isso, são ferramentas da internet que possibilitam a difusão do conhecimento de forma ampla e democrática.
Basta que se tenha uma ideia, um conhecimento, uma vontade inerente de compartilhar informação para transmutar-se, de espectador para protagonista, de ouvinte para contador de estórias e, porque não dizer, de criatura a criador.























