Chrome: esse promete.
A notícia que mais chamou a atenção essa semana, na área de tecnologia, foi o lançamento do navegador da Google, o Chrome. O navegador promete ser mais rápido que os outros e cumpre essa promessa. Sua interface é leve e limpa, permitindo uma melhor visualização das páginas web.
Mal chegou a ser lançado e já é o terceiro browser mais usado no mundo, segundo a Globo on-line, estando à frente do Opera e Safari em acessos.
Esse navegador promete, pois em sua versão 0.2 beta, ele já demonstra uma velocidade surpreendente, o problema maior detectado, não apenas pela uqmarketing, mas por muitos usuários que estão testando a novidade, é em relação aos plugins.
Em poucos minutos testando o novo browser, já se percebe problemas para carregar arquivos de mídia do Windows Media Player, utilizado por muitas web rádios, erros com filmes e animações flash, e até mesmo ao fazer esse post, ocorreu um travamento na edição no WordPress. Mas, o que esperar de uma versão Beta?
Além disso, segundo a versão on-line da revista Info, o Chrome apresentou falhas de segurança, que podem levar ao travamento de todas as guias (mesmo com o sistema de isolamento de processos), ou ainda a utilização, por hackers, de combinações entre Java e Webkit, que possibilitariam rodar executáveis através do navegador.
Fora isso, é um bom browser, que usa recursos avançados de busca e programação, o que facilita a vida do usuário, visualização das páginas mais visitadas em miniaturas ao iniciar o navegador, dentre outros tantos recursos já mencionados em vários sites na internet. Com tudo isso o Chrome promete esquentar ainda mais a briga entre os browsers.
A expectativa não é a mesma ocasionada com o Firefox que chegou a ameaçar, um pouco, o IE. Já o navegador da Google, no princípio deve abocanhar uma fatia do mercado, ocupada hoje pelo Mozilla e não deve atingir os usuários do Internet Explorer, pelo menos por enquanto. Mas caso a Google decida investir pesado em seu navegador, não se sabe até quando a hegemonia da Microsoft pode continuar. O negócio é “pagar” para ver, ou melhor, “baixar” para ver, já que o navegador é grátis e promissor, por isso, vale a pena testar para saber o que esperar no futuro próximo da navegação web.























Eu gostei muito do que eu ví. Com a força do Google o Chrome tem tudo pra ter uma fatia de mercado maior do que a do Firefox já na sua versão 1.0!