Seu dinheiro vale mais do que você pensa!
O sucesso depende de vários fatores como persistência, foco, capacitação e controle financeiro. O empreendedor deve antes de tudo, administrar bem a própria vida por isso, a necessidade de manter saudáveis suas contas.
Para alcançar o topo em qualquer carreira o profissional deve saber administrar conflitos, situações e contas.
Para facilitar o controle dos gastos a tecnologia pode ajudar, e muito. A revista info em sua versão online disponibiliza um poderoso controle financeiro que pode ser acessado no link: http://info.abril.com.br/download/4756.shtml, segue abaixo a descrição do aplicativo pela própria Info.
“Um eficiente controle financeiro é o melhor remédio para o salário sobrar no final do mês e a conta do banco ficar no azul. Mas nem sempre é simples fazer as contas. Pensando nos internautas com esse problema, a equipe da INFO preparou o Controle Financeiro Pessoal. O aplicativo é uma tabela preparada para o Microsoft Excel 2007. Ela tem várias categorias de despesas, onde o internauta preenche os gastos que teve com moradia, alimentação, transporte, saúde, educação, lazer, vestuário e obrigações financeiras. Cada categoria, inclusive, tem subcategorias (em lazer, por exemplo, tem gastos com cinema e jornais), assim, o detalhamento das despesas ficam mais precisos. Se o internauta preencher corretamente todos os campos, terá uma dimensão exata do quanto gasta e do quanto ganha por mês. Se descobrir, com esses números, que está com as finanças descontroladas, provavelmente terá de colocar um escorpião no bolso. Caso os números sejam favoráveis, aí é só gastar ou aplicar num fundo de investimento.”
Perceber onde o dinheiro está sendo desperdiçado é um bom começo para equilibrar as contas. Guardar sempre ao receber é a maior prioridade quando se trata de controle financeiro, pois, a partir do ato de poupar que se constrói um futuro com tranqüilidade nas contas. A revista VOCESA (mai.2009) exibe uma matéria interessante sobre controle financeiro onde se constata possibilidades de uso inteligente do capital. Recursos que podem ser utilizados como forma de folgar o orçamento (FGTS, Seguro Desemprego, IR restituição, DPVAT) ou dicas de economia nas contas diárias (telefone, supermercado, juros, presentinhos).
Vale à pena repensar as contas. Lembre-se que o futuro é o resultado de nossos atos no presente. O sucesso é chega para os poucos que administram a vida da maneira correta. Pense, mude, aja e vença. Abaixo algumas dicas para o melhor controle financeiro: 3
1 – Construa uma planilha e descreva tudo que você recebe e tudo que gasta. Com o tempo, esse controle passa a ser automático na sua mente.
2 – Preveja suas despesas. Assim será possível arcar com seus compromissos.
3 – guardar dinheiro deve estar em primeiro lugar na lista de prioridades. Nunca no final, se sobrar alguma coisa.
4 – Uma longa viagem começa sempre pelo primeiro passo. Comece seu planejamento e continue sempre caminhando sempre em direção ao seu objetivo.
5 – Procure escolher um caminho seguro, que você possa percorrer com a convicção de que é o melhor.
________________________ Fontes 1 - http://info.abril.com.br/download/4756.shtml Acesso em 08/07/2009 2 – LIMA, Aline. Faça mais do seu dinheiro. VOCÊ S/A, ed.132, p. 61, Editora Abril, jun. 2009. 3 – BARBOSA, Roberto. Cuide do seu orçamento. Sua saúde financeira agradece! Revista FUNCEF, ano 6, n. 36, mai. 2009.
O lado negro da tecnologia.
junho 26, 2009 by Gil Lemos
Filed under Tecnologia
Segundo SCHMITT(2000): “Em breve tudo será comandado pela tecnologia da informação. Mesmo que não seja imediatamente, a mudança vai acontecer, e rápido – sem dúvida nenhuma ainda nessa geração.”
Como muitos visionários o autor do livro “Marketing Experimental” lançado em 2000 pela editora NOBEL, previu o que estamos vivenciando agora. A tecnologia, a cada dia, vem tomando conta de nossas vidas e, ainda que tentemos resistir, o mundo está cada vez mais tecnológico.
Livros digitais, GPS, internet móvel, celulares, notebooks, são apenas alguns exemplos de serviços e equipamentos que a ciência traz para facilitar a vida humana. Embora, nem tudo sejam flores, ou devo dizer, bytes, recentemente um avião da empresa Air France caiu no meio do percurso entre a Brasil e África do Sul, alguns meios de comunicação e revistas põem em xeque o “excesso de confiança” dado a tecnologia.
A revista ISTOÉ de 10/06/2009 em matéria especial sobre a tragédia ressalta que segundo o diretor de segurança de vôo do Sindicato Nacional dos Aeronautas, Carlos Camacho já se questiona a dependência eletrônica do Airbus. Em outro trecho o também piloto, Eudes de Orleans e Bragança, herdeiro da família real brasileira, diz: “Os Airbus são feitos para evitar o erro do piloto, mas, se o computador recebe a informação errada, o avião fica a mercê.” Ainda segundo ele: “São equipamentos avançados, mas não tem o último recurso, que é o humano.”
Não venho aqui questionar a segurança dos aviões, que, segundo as estatísticas, ainda são o meio de transporte mais seguro. Também não nego, os benefícios trazidos pelos avanços tecnológicos. Eu mesmo sou vidrado em tecnologia. Entretanto, lembro que esse “excesso digital” tem efeitos colaterais perigosos dentre eles a desumanização do trabalho, a frieza das relações interpessoais e o aumento do sedentarismo que tem crescimento gradativo na medida em que trocamos o “ser humano” pelo “ser máquina”, o pensamento “filósofo-conceitual” pelo “técnico-digital.”
A tecnologia auxilia o ser humano em diversos aspectos, seja em seu trabalho ou mesmo na sua vida pessoal, o problema é que as relações familiares estão perdendo a relevância. Nada substitui o contato físico, o abraço, o afeto, O RESPEITO À VIDA; Conceitos abstratos que dão sentido ao concreto são o que impedem que a luz da ciência nos ofusque de nossa verdadeira razão de existir.
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Fonte - SCHMITT, Bernand H. Marketing Experimental, trad. Sara Gerdanke – São Paulo: Nobel, 2000.- LOBATO, Eliane et al. O mistério nas nuvens. ISTOÉ, ano 32, n. 2065, p. 93, 10 jun. 2009.
Disciplina e Sucesso, faces da mesma moeda.

Para crescer não basta planejamento. Administrar os recursos adequadamente é fundamental para evitar a perca de eficácia do plano, pois, nesse caso, a diretoria tem que desviar seu foco para sanar os problemas gerados pela má administração. E pior, a busca por consultoria, muitas vezes, só é feita quando as dívidas superam os lucros e o empresário percebe que é hora de pedir socorro. Mas, em alguns casos já é tarde demais.
O sucesso anda lado a lado com o fracasso, um pequeno deslize pode destruir anos de trabalho. Assim, a administração financeira deve ser constante e rígida, em seus controles e ações, a fim de manter a liquidez das contas. Ross et al (2002) Afirmam que:
“O planejamento financeiro estabelece o método pelo qual as metas financeiras devem ser atingidas. A meta mais frequente adotada pelas empresas é o crescimento. E é neste contexto que o planejamento financeiro procura estabelecer suas ações e metas através de planejamento. O desenvolvimento do país e a alta do desemprego, as micro e pequenas empresas foram crescendo, tanto no comércio como na indústria e na prestação de serviços. Existem empresas que traçam toda sua estratégia num minucioso mecanismo de planejamento. É uma forma de gerenciamento dentre várias. Porém o planejamento financeiro pode contemplar um orçamento gerencial de forma a associá-los às demais necessidade de controle. Por isso, o planejamento financeiro pode ser visto como uma ferramenta ampla no atendimento às necessidades de gerenciamento das empresas. “1O ser humano (Pessoa Física) mostra comprometimento em sua saúde quando sintomas indicam algum distúrbio em seu organismo. Para as empresas (Pessoas Jurídicas) não é diferente. O principal sintoma, nesse caso, a falta de liquidez e o endividamento progressivo, ou seja, falhas em relação a sua administração financeira. Toda empresa precisa de lucro, Por isso, quando o lucro diminui e as dívidas aumentam, os problemas começam a aparecer. Segundo Luís Alberto Lobrigatti, consultor de finanças do Sebrae-SP:
“Fazer uma boa gestão financeira é cuidar de tudo que esteja relacionado aos recursos da empresa, ao dinheiro que entra e que saí. Mas, na verdade, as finanças são o termômetro da saúde da empresa, indicam como ela está. Quando se esforça para melhorar e entender esse lado, o empresário acaba descobrindo que, o primeiro passo, para resolver os problemas é buscar uma boa organização. E não só do caixa, mas do negócio como um todo.”O SEBRAE e outros sites oferecem cursos sobre controle financeiro em que são abordados temas como fluxo de caixa, elaboração de plano de contas, planejamento de finanças, determinação e gestão de capital de giro. Segue abaixo alguns links sobre Controle Financeiro:
- SEBRAE: http://www.ead.sebrae.com.br/
- ECID: http://www.ecid.com.br/cursos/controle.html
- CATHO: http://www.catho.com.br/cursos/index.php?p=info&id=14&
Além disso, existem softwares que ajudam a organizar as contas. Verdadeiros gerenciadores financeiros com controle de caixa, contas a pagar e receber, controle bancário, etc. Mas o que faz a diferença mesmo, é a disciplina, pois sem ela não existe controle. Ou você controla seu dinheiro ou ele controla você, e aí tanto faz para empresa ou pessoa, caso não haja organização e disciplina, o fundo do poço é o limite.
Segue abaixo alguns links para softwares grátis de gerenciamento financeiro. Boa Sorte!
- FinanceDesktop: Escolhido como melhor software financeiro pela revista exame: http://www.financedesktop.com.br/
- Hábil: http://www.habilpessoal.com.br/ Com 4 milhões de cópias distribuídas.
- Financeironet: http://www.financeironet.com.br/ (on-line)
- Spesa: http://www.spesa.com.br/ (on-line)
Obs: Não nos responsabilizamos pelos programas acima. Todos foram coletados na internet. Se os links não funcionarem, por favor, entre em contato conosco.
Fontes
1 - XII Encontro Latino Americano de Iniciação Científica e VIII Encontro Latino Americano de Pós-Graduação 2008 Universidade do Vale do Paraíba - Artigo 2 - WebFinanceiro - Link: http://www.webfinanceiro.com/textos/controle_financeiro.aspx Acesso em: 31/01/2009
Acidentes no Trabalho
O Brasil foi o primeiro país a ter um serviço obrigatório de segurança e medicina do trabalho em empresas com mais de 100 funcionários. Este passo foi dado no dia 27 de julho de 1972, por iniciativa do então ministro do trabalho Júlio Barata, que publicou as portarias 3.236 e 3.237, que regulamentavam a formação técnica em Segurança e Medicina do Trabalho e atualizando o artigo 164 da CLT. Por isto, a data foi escolhida para ser o dia nacional de prevenção de acidentes de trabalho.
Hoje, 30 anos depois, não se pode pensar uma empresa que não esteja preocupada com os índices de acidentes de trabalho. A segurança dentro da empresa é sinônimo de qualidade para a mesma e de bem-estar para os trabalhadores. Financeiramente, também é vantajosa: treinamento e infra-estrutura de segurança exigem investimentos, mas por outro lado evitam gastos com processos, indenizações e tratamentos de saúde em casos que poderiam ter sido evitados.
Conheça alguns dados sobre acidentes de trabalho no Brasil:
| Incidência de acidentes de trabalho (n o de acidentes típicos e de trajeto, por 1000 trabalhadores segurados | |||
| 1997 | 1998 | 2000 | |
| Brasil | 21,9 | 23,1 | 20,4 |
| Região Norte | 11,9 | 14,1 | 13,2 |
| Região Nordeste | 11,4 | 11 | 9,2 |
| Região Sudeste | 23,7 | 25,8 | 22,9 |
| Região Sul | 30,1 | 27,9 | 24,9 |
| Região Centro-Oeste | 13,1 | 15,1 | 13,4 |
| Fonte: Ministério da Saúde, Secretaria de Políticas de Saúde (SPS). |
| Quantidade mensal de acidentes do trabalho registrados, por motivo – 1998/2000 | |||||
| Anos | Quantidade de acidentes de trabalho registrados | ||||
| Total | Motivo | ||||
| Típico | Trajeto | Doença do Trabalho | |||
| 1998 | 414.341 | 347.738 | 36.114 | 30.489 | |
| Total | 1999 | 387.820 | 326.404 | 37.513 | 23.903 |
| 2000 | 343.996 | 287.500 | 37.362 | 19.134 | |
| Fonte: MPAS/Coordenação Geral de Estatística e Atuária – CGEA/DATAPREV |
| Quantidade de acidentes do trabalho registrados, por motivo, segundo o Setor de Atividade Econômica – 1998/2000 | |||||
| Quantidade de acidentes de trabalho registrados | |||||
| Setor de atividade econômica | Anos | Total | Motivo | ||
| Típico | Trajeto | Doença do Trabalho | |||
| 1998 | 414.341 | 347.738 | 36.114 | 30.489 | |
| Total….. | 1999 | 387.820 | 326.404 | 37.513 | 23.903 |
| 2000 | 343.996 | 287.500 | 37.362 | 19.134 | |
| 1998 | 32.892 | 31.376 | 996 | 520 | |
| Agricultura….. | 1999 | 28.999 | 27.627 | 1.028 | 344 |
| 2000 | 20.641 | 19.440 | 909 | 292 | |
| 1998 | 189.803 | 164.007 | 11.960 | 13.836 | |
| Indústria….. | 1999 | 174.172 | 151.205 | 12.083 | 10.884 |
| 2000 | 159.732 | 137.820 | 12.996 | 8.916 | |
| 1998 | 167.001 | 130.817 | 21.563 | 14.621 | |
| Serviços….. | 1999 | 162.166 | 127.251 | 23.157 | 11.758 |
| 2000 | 145.698 | 113.658 | 22.548 | 9.492 | |
| Fonte: MPAS/Coordenação Geral de Estatística e Atuária – CGEA/DATAPREV |
Regida pela Lei nº 6.514 de 22/12/77 e regulamentada pela NR-5 do Ministério do Trabalho, a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA foi aprovada pela portaria nº 3.214 de 08/06/76, publicada no D.O.U. de 29/12/94 e modificada em 15/02/95.
A CIPA é uma comissão composta por representantes do empregador e dos empregados, e tem como missão a preservação da saúde e da integridade física dos trabalhadores e de todos aqueles que interagem com a empresa.
A Lei nº 8.213 de 24.07.91 da Previdência Social define em seu artigo 19 que: Acidente do Trabalho é o que ocorre pelo exercício do trabalho a serviço da empresa, provocando lesão corporal ou perturbação funcional que cause a morte, ou perda, ou redução permanente ou temporária, da capacidade para o trabalho.
TIPOS DE ACIDENTES
Acidentes no exercício do trabalho.
- Acidentes de Trajeto: são aqueles que ocorrem no percurso da residência para o trabalho e quando voltamos do trabalho para nossa residência.
- Doença Profissional: é aquela produzida ou desencadeada pelo exercício do trabalho. (Ex: silicose-doença pulmonar freqüente em mineiros de carvão).
- Doença do Trabalho: é aquela adquirida ou desencadeada em função de condições especiais em que o trabalho é realizado e com ele se relacione diretamente. (Ex: tenossinovite).
Tipos de Risco
- Físicos: Ruídos, vibrações, radiações ionizantes e não ionizantes, frio, calor, pressões anormais e umidade.
- Químicos:Poeiras minerais, poeiras vegetais, poeiras alcalinas, fumos metálicos, névoas, neblinas, gases, vapores e produtos químicos diversos.
- Biológicos:Vírus, bactérias, parasitas, ricketsias, fungos e bacilos.
- Ergonômicos:Monotonia, posturas incorretas, rítmo de trabalho intenso, fadiga, preocupação, trabalhos físicos pesados e repetitivos.
- Riscos de Acidentes:Arranjo físico inadequado, máquinas e equipamentos sem proteção, ferramentas inadequadas ou defeituosas, iluminação inadequada, eletricidade, probabilidade de incêndio ou explosão, armazenamento inadequado, animais peçonhentos e ausência de sinalização.
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Causas dos Acidentes
- Atos Inseguros: São atos executados de forma contrária às Normas de Segurança (ex.: subir em cadeira para trocar uma lâmpada).
- Condições Inseguras: São deficiências, defeitos, irregularidades técnicas do ambiente de trabalho que podem ocasionar um acidente (ex.: escada sem corrimão, piso escorregadio).
- Fatores Pessoais de Insegurança: São as características físicas ou mentais de um indivíduo que podem interferir no trabalho que está sendo realizado (ex.: instabilidade emocional, falta de coordenação motora).
Fontes
- Curso CIPA: Caixa Econômica Federal
- Curso de Acidentes do Trabalho e Primeiros Socorros – MEDTRAB, São Paulo-SP
- http://www.puc-rio.br/parcerias/cipa/homecipa.html
- http://www.ibge.gov.br/ibgeteen/datas/acidentes/home.html
Qualidade de vida no Trabalho
Muitas empresas já perceberam que a qualidade de vida no trabalho (QVT) representa menos custos e maior produtividade. Na maior parte das nossas vidas estamos no ambiente de trabalho ou na escola, ou seja, o trabalho é a segunda, e em alguns casos, a nossa principal morada.
Dessa forma é óbvio que investir em QVT é uma forma de produzir mais e, portanto ganhar mais. Tanto a empresa quanto os funcionários são beneficiados quando existe esse tipo de investimento.
Mas como podemos entender o que é QVT? Para Ciborra & Lanzara (1985), são várias as definições da expressão QVT, ora associando-a as características intrínsecas das tecnologias introduzidas e ao seu impacto; ora a elementos econômicos, como salário, incentivos, abonos, ou ainda a fatores ligados à saúde física, mental e à segurança e, em geral, ao bem-estar daqueles que trabalham. Em outros casos, segundo estes autores, considera-se que a QVT é determinada por fatores psicológicos, como grau de criatividade, de autonomia, de flexibilidade de que os trabalhadores podem desfrutar ou, (…) fatores organizativos e políticos, como a quantidade de controle pessoal sobre o posto de trabalho ou a quantidade de poder que os trabalhadores podem exercitar sobre o ambiente circundante a partir de seu posto de trabalho. ¹
Graças ao advento tecnológico as empresas tornaram-se mais automatizadas, o que ocasionou na diminuição dos postos de trabalho e a intensificação das atividades nas mãos de poucos trabalhadores, agora, altamente especializados. Esse processo fez obrigou as empresas a conviver com o crescimento dos acidentes de trabalho e doenças ocupacionais.
Tais relações expressam-se num quadro variado de queixas no qual prevalece o mal-estar difuso, como dores de cabeça e nas costas, dificuldade de dormir e cansaço que não melhora com o descanso (Monteiro, 1995) .²
Um bom trabalho que tem sido realizado é a prevenção de acidentes de trabalho, através da CIPA (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes), criada em 1944 no governo Getúlio Vargas, é composta de representantes do empregador e dos empregados, titulares e suplentes, de acordo com as proporções mínimas estabelecidas nos Quadros da NR-5, do Ministério do Trabalho.
Prevenir acidentes e investir na qualidade de vida é uma maneira inteligente e rentável de aumentar a produtividade e a satisfação dos funcionários e reforçar a imagem da instituição. Em breve teremos um artigo específico sobre CIPA e a prevenção de acidentes no trabalho.
--------------- 1 - Ciborra C & Lanzara GF (orgs.) 1985. Progettazione delle Tecnologie e Qualita del Lavoro. Franco Angeli Editore, Milão. 330 pp. 2 - Monteiro MS 1995. Gestão Participativa no Trabalho e Saúde: um Estudo de Caso. Dissertação de mestrado. Departamento de Saúde Ambiental, Faculdade de Saúde Pública, USP, São Paulo. 125 pp.


