Antes mesmo do produto, vem o marketing.

abril 6, 2010 by Gil Lemos  
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Diferente da idéia que muitos fazem sobre o marketing, ele, não é publicidade. Pelo menos não é apenas isso. Na verdade o marketing surge antes mesmo do produto ou serviço. Pois, enquanto que a publicidade se preocupa com a venda, o marketing tem seu foco nas necessidades e tendências de consumo. Ou seja, enquanto aquele depende do produto para desenvolver sua função, este age desde concepção do desejo de produzir.

Assim, de acordo com as idéias iniciais de produção, o marketing busca no mercado consumidor,

as tendências de compra, bem como, as necessidades do público que podem ser supridas pelo produto que se tem desejo de produzir.

Através de pesquisas de mercado, o marketing define se o mercado está favorável ao consumo, dentro desse contexto, busca as formas e canais mais adequados para produzir distribuição.

Muitas empresas investem errado em propaganda e, por isso, não colhem resultados satisfatórios. Vale lembrar à máxima “Propaganda é cara, e se for mal feita é mais cara ainda.”
A palavra que leva ao sucesso é, sem dúvida o PLANEJAMENTO.

O Plano de Marketing é um guia elaborado pelo profissional da área, com base na análise de diversas pesquisas. Esse material é fundamental para que a empresa seja bem sucedida e não desperdice seus recursos com tentativas aleatórias de “erro e acerto.”

O marketing age de forma proativa, definindo com segurança, forma, cor, abordagem, pontos fortes e fracos de determinado produto ou serviço, bem como, as expectativas do mercado em relação ao que será oferecido.

Assim, é fácil concluir, que a possibilidade que uma empresa terá de ser bem sucedida depende diretamente de seu planejamento; e, o Plano de Marketing é a ferramenta mais adequada para se investir, quando se almeja crescer e adentrar em um determinado mercado. Ainda que o produto não esteja bem definido, o marketing define o caminho para que, tanto a empresa quanto o consumidor possam realizar suas necessidades e desejos dentro das possibilidades, valor agregado, que o produto oferece.

O marketing dos Best Sellers

novembro 5, 2009 by Gil Lemos  
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Milhares de cópias vendidas, tradução para vários idiomas, fãs em diversos lugares no mundo. Essas são as características de um Best Seller.[1] Mas, o que se esconde atrás do sucesso? O que faz de um livro um campeão de vendas?

Pode não parecer, mas tem tudo a ver com marketing. Basta lembrar que os conceitos sobre essa área estão ligados a “realizar as necessidades e desejos do público alvo”. Assim, o livro faz sucesso de acordo com a quantidade de necessidades atendidas (respostas, conselhos, identificação com a estória, etc.)

Um bom exemplo é o livro “O Segredo” de Rhonda Byrne, lançado em 2007. Essa obra tem como assunto principal a “A Lei da Atração” que pode ser resumida na seguinte frase “Acredite e o universo irá conspirar em seu favor”. Em outros termos, “ensina” uma técnica de prosperidade e felicidade através do ato de desejar.

Outro exemplo, ainda mais fantástico, é a coletânia Harry Potter, de J. K Rowiling, na qual, segundo a wikipédia[2], “os sete livros publicados venderam mais de 400 milhões de exemplares e foram traduzidos em 67 idiomas”. Nesse caso, o público jovem, sempre em busca de aventuras, se identifica com o personagem principal (tímido e enigmático) e como num “passe de mágica” seus desejos tornam-se reais durante a leitura.

Diante da essência do marketing, percebe-se que os Best Sellers têm os mesmos benefícios dos produtos de sucesso. A idéia de que o consumidor compra apenas o objeto está totalmente ultrapassada. As pessoas querem mais. O sucesso está diretamente ligado a percepção do valor agregado.

Por isso, o profissional de marketing, antes de elaborar uma campanha deve analisar bem seu público alvo, descobrir suas necessidades e os principais anseios que rondam o mercado consumidor. Só então, voltar-se-á ao produto para identificar quais seus pontos fortes e fraquezas diante da expectativa do consumidor.

O interessante nisso tudo é que os grandes escritores não são “marketeiros”, no entanto, tem uma sensibilidade fora do comum. Essas características os levam a escrever o enredo de suas estórias de uma maneira fascinante. Assim, prendem o leitor à obra, tornando-o, pelo menos em tese, o personagem principal.


[1] Segundo a Wikipédia: Best-seller é um livro que é considerado como extremamente popular entre os leitores e é incluído na lista dos mais vendidos. Um Best-seller é considerado “literatura de massa” e inclui necessariamente o consumo.

[2] http://pt.wikipedia.org/wiki/Harry_Potter

Marketing: mais que vender!

outubro 14, 2009 by Gil Lemos  
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É um erro comum, Marketing ser definido como Técnica de Vendas ou Publicidade. A verdade é que vendas e publicidade fazem parte do marketing, no entanto o marketing é muito mais que isso.

Para melhor entendimento é importante ver algumas definições que possam desmascarar o conceito já preestabelecido por boa parte do público, e mesmo de alguns empresários. Esses, usam o marketing o tempo todo, porém, não de forma plena, pois simplesmente não sabem o seu real significado e processos que o compõe.

Segundo Kotler:  “O marketing é a ciência e a arte de explorar, criar, proporcionar valor para satisfazer as necessidades e desejos insatisfeitos. Ele define, mede e quantifica o tamanho do mercado identificado e o seu potencial de lucro. Identifica com precisão quais segmentos a empresa tem capacidade de servir, além de projetar e promover os produtos e serviços adequados.”¹

Já nesse primeiro conceito, pode-se perceber que o marketing é anterior ao produto, ou seja, quando se idealiza um produto(criação), já está presente o marketing. Mas a venda só existe a partir do produto. O ato de vender é o ato cambial(troca) de mercadorias por moeda(dinheiro).

O Marketing está ligado a todo processo de desenvolvimento e execução de idéias, produtos e serviços cuja finalidade seja suprir uma necessidade ou um desejo do ser humano. Dessa forma é importante atentar para a magnitude do marketing, já que, para suprir alguma coisa devemos saber o que devemos suprir. Então, vamos pensar de forma sistemica:

Marketing: Todo processo que busca suprir necessidades e desejos.

Processo Básicos do Marketing

Saber qual necessidade de um determinado público – PESQUISA
Avaliar riscos, custo-benefício, capacidade da empresa, capacidade do mercado, etc – ANÁLISE
Elaborar meios de atingir esse mercado – PLANEJAMENTO
Criar ou oferecer o produto: – VENDA
Veicular mídia “paga” nos veículos de comunicação – PROPAGANDA
Veículos de comunicação fazem veiculação “gratuita” do produto/serviço ou marca: PUBLICIDADE
Conquistar, Manter e Fidelizar a clientela – RELACIONAMENTO
Promover o produto interna e externamente – PROMOÇÃO
Motivar funcionários ao cumprimento das metas – GESTÃO DE PESSOAS

Portanto, Marketing é  fundamental para o sucesso de qualquer empresa. Mas, caso não seja utilizado de forma plena a empresa pode perder dinheiro, pois poderia ganhar bem mais se detivesse do conhecimento ou do apoio profissional para explorar o mercado.

obs: Artigo publicado em 14/08/2008 – Republicado a pedidos.

Referências:

1-KOTLER, Philip. O Marketing sem Segredos. Trad. Bazan Tecnologia e Linguística. Porto Alegre: Bookman, 2005.

A pequena grande ideia!

outubro 3, 2009 by Gil Lemos  
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Efeitos especiais, cores, músicas, nada disso é necessário quando se tem uma grande idéia. O problema está na capacidade de criar idéias que realmente valham à pena. Não existe receita pronta para esses insights, mas, o que se sabe sobre o assunto é que quanto maior o grau de conhecimento e capacidade de interpretação, maior são as possibilidades de grandes idéias surgirem.

A criação perfeita é aquela que as pessoas olham e dizem para si mesmas: “Porque não pensei nisso antes?”

Viajar, ler muito e principalmente sonhar, são elementos fundamentais para aflorar a capacidade criativa do ser humano.

Grandes idéias vêm de muito preparo e uma dose de sensibilidade. Ter conhecimento profundo em uma determinada área de atuação ajuda bastante, contudo, não é o suficiente. Grandes arquitetos projetam edifícios baseados em anatomia, publicitários famosos escrevem textos maravilhosos baseados em sua experiência de vida, artistas de renome fazem quadros baseados na sua percepção aguçada das cores e dos sentimentos que elas transmitem.

É evidente que criatividade não pode ser ensinada. No entanto, você não precisa ser um expert em publicidade para ter grandes idéias. Você pode ter idéias interessantes sobre pintura. Ou sobre um site, ou, até mesmo, sobre um protótipo tecnológico. Todo ser humano é capaz de criar algo significativo.

O que faz de uma mera explanação, uma idéia formidável, é a probabilidade que essa criação tem de mudar, para melhor a vida das pessoas. É esse foco que faz toda a diferença na hora de criar.

Seu dinheiro vale mais do que você pensa!

julho 10, 2009 by Gil Lemos  
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O sucesso depende de vários fatores como persistência, foco, capacitação e controle financeiro.  O empreendedor deve antes de tudo, administrar bem a própria vida por isso, a necessidade de manter saudáveis suas contas.

Para alcançar o topo em qualquer carreira o profissional deve saber administrar conflitos, situações e contas.

Para facilitar o controle dos gastos a tecnologia pode ajudar, e muito. A revista info em sua versão online disponibiliza um poderoso controle financeiro que pode ser acessado no link: http://info.abril.com.br/download/4756.shtml, segue abaixo a descrição do aplicativo pela própria Info.

“Um eficiente controle financeiro é o melhor remédio para o salário sobrar no final do mês e a conta do banco ficar no azul. Mas nem sempre é simples fazer as contas. Pensando nos internautas com esse problema, a equipe da INFO preparou o Controle Financeiro Pessoal.
O aplicativo é uma tabela preparada para o Microsoft Excel 2007. Ela tem várias categorias de despesas, onde o internauta preenche os gastos que teve com moradia, alimentação, transporte, saúde, educação, lazer, vestuário e obrigações financeiras. Cada categoria, inclusive, tem subcategorias (em lazer, por exemplo, tem gastos com cinema e jornais), assim, o detalhamento das despesas ficam mais precisos.
Se o internauta preencher corretamente todos os campos, terá uma dimensão exata do quanto gasta e do quanto ganha por mês. Se descobrir, com esses números, que está com as finanças descontroladas, provavelmente terá de colocar um escorpião no bolso. Caso os números sejam favoráveis, aí é só gastar ou aplicar num fundo de investimento.”

Perceber onde o dinheiro está sendo desperdiçado é um bom começo para equilibrar as contas. Guardar sempre ao receber é a maior prioridade quando se trata de controle financeiro, pois, a partir do ato de poupar que se constrói um futuro com tranqüilidade nas contas. A revista VOCESA (mai.2009) exibe uma matéria interessante sobre controle financeiro onde se constata possibilidades de uso inteligente do capital. Recursos que podem ser utilizados como forma de folgar o orçamento (FGTS, Seguro Desemprego, IR restituição, DPVAT) ou dicas de economia nas contas diárias (telefone, supermercado, juros, presentinhos).

Vale à pena repensar as contas. Lembre-se que o futuro é o resultado de nossos atos no presente. O sucesso é chega para os poucos que administram a vida da maneira correta. Pense, mude, aja e vença. Abaixo algumas dicas para o melhor controle financeiro: 3

1 – Construa uma planilha e descreva tudo que você recebe e tudo que gasta. Com o tempo, esse controle passa a ser automático na sua mente.

2 – Preveja suas despesas. Assim será possível arcar com seus compromissos.

3 – guardar dinheiro deve estar em primeiro lugar na lista de prioridades. Nunca no final, se sobrar alguma coisa.

4 – Uma longa viagem começa sempre pelo primeiro passo. Comece seu planejamento e continue sempre caminhando sempre em direção ao seu objetivo.

5 – Procure escolher um caminho seguro, que você possa percorrer com a convicção de que é o melhor.

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Fontes
1 -  http://info.abril.com.br/download/4756.shtml Acesso em 08/07/2009
2 – LIMA, Aline. Faça mais do seu dinheiro. VOCÊ S/A, ed.132, p. 61, Editora Abril, jun. 2009.
3 – BARBOSA, Roberto. Cuide do seu orçamento. Sua saúde financeira agradece! Revista FUNCEF, ano 6, n. 36, mai. 2009.

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