A influência da mídia em nossas vidas!
Somos, todos os dias, bombardeados por diversas mídias que, em comum, tem o objetivo de nos vender alguma coisa. Uma idéia, um produto, um sonho, etc. O instrumento publicitário atinge, na maioria das vezes, seu publico alvo de acordo com o objetivo de seus idealizadores. Mas até que ponto a mídia influencia nossas vidas? A partir de quando a liberdade torna-se libertinagem?
Em alguns casos é interessante questionarmos a força da comunicação como influência das atitudes da massa popular a qual atinge. Por isso, a responsabilidade dos veículos de mídia é enorme, afinal uma marca forte pode influenciar uma quantidade significativa de pessoas tanto positiva como negativamente.
Um bom exemplo de mídia questionável refere-se às antigas mídias de cigarro. Na época em que eram veiculadas, incitavam o jovem a fumar, com a idéia de que o cigarro estava ligado à aventura, maturidade e saúde. Nos comerciais exibidos na TV e/ou em mídia impressa, imagens ligadas a esporte e juventude atraiam, principalmente adolescentes, a experimentarem o cigarro.
Após alguns anos, processos se acumularam contra a indústria do tabaco, vindos principalmente de pessoas que contraíram doenças respiratórias, as quais, circunstancialmente eram ligadas ao uso contínuo de cigarro. Em 2000, com a lei 10.167, a propaganda de cigarro foi proibida no Brasil. Segundo José Carlos Mattedi, da Agência Brasil.[1] Pesquisas feitas na época avaliaram o impacto da ausência da propaganda de cigarros entre os jovens da época, segundo os pesquisadores:
“Pode ter havido outras motivações que levaram a uma diminuição no consumo ou na sua estabilização. Mas não tenho dúvidas que a proibição da propaganda foi fundamental para os resultados”, enfatiza Carlini. Além dele, trabalharam nas pesquisas: José Carlos Galduroz, Arilton Martins Fonseca e Ana Regina Noto.
“A propaganda de cigarro era bastante insinuante, ligada ao sucesso pessoal e a fatores como status econômico. Isso influenciava, principalmente, a camada jovem”, ressalta Carlini.
“Já o primeiro estudo que fizemos em 1987, também com estudantes, mas em 27 capitais, mostrava que 22,4% haviam experimentado tabaco, número esse que subiu para 32,7% dez anos depois, num aumento de 50%”, sublinha, sugerindo que caso a proibição não fosse aprovada, os dados atuais seriam acentuados. “O dado de 2005, de 21,7%, é menor do que o de quase 20 anos atrás”, pontua.
O número caiu tanto entre os meninos como entre as meninas. Nos primeiros, a queda foi de 36% (1997) para 21,9%. Na outra faixa, de 31,9% para 21,3%. Entre os pré-adolescentes (12 a 14 anos) também houve diminuição: de 13,8% para 8%.
Ao analisarmos uma pesquisa como essa, temos de forma clara, a idéia de quão poder tem a mídia. O Brasil ainda treme ao lembrar-se da ditadura e sua censura. No entanto, cabe ressaltar, que a responsabilidade dos veículos de comunicação refere-se, em parte, a educação de nossas crianças e jovens.
Portanto, cada mensagem deve ser analisada do ponto de vista crítico, evitando o desgaste ainda maior da sociedade atual, a qual tem seus filhos criados por terceiros, na medida em que, os pais, tornam-se ausentes ao serem explorados, de forma, cada vez mais intensa pelo sistema econômico atual.
[1] – http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2007/01/28/materia.2007-01-28.0516028868/
Brushes Photoshop – Arte digital de qualidade
Para a elaboração de materiais publicitários de impacto, não basta apenas à criatividade. É fundamental ter em mãos as ferramentas certas e, acima de tudo, saber utilizá-las. A arte digital está se rendendo ao uso de imagens vetoriais abstratas para realçar o produto alvo da venda.
Empresas como natura e boticário utilizam imagens vetoriais, tipo brushes (pincéis), em suas embalagens para dar um diferencial a mais aos seus produtos. Outras empresas como a DELL utilizam o efeito de brushes em seus notebooks, e por aí vai.
O fato é que, cada vez mais, o uso de imagens vetoriais abstratas vem ganhando espaço no mercado publicitário. Seja pela sua beleza ou sofisticação, os brushes estão em alta.
A ferramenta preferida pelos profissionais de design para a elaboração desse tipo de arte digital é o Photoshop, pois sua infinidade de recursos e disponibilidade milhares de brushes espalhados pela internet, fazem do aplicativo uma ferramenta impar na elaboração dessas artes.
Segue abaixo um pequeno tutorial explicando como instalar brushes (pincéis) no photoshop e alguns links com download de brushes diversos.
http://photoshopaqui.blogspot.com/2009/03/como-instalar-brushes.html
Segue abaixo alguns sites que oferecem download gratuito de diversos brushes:
http://www.curiosando.com.br/11/2008/brushes-para-photoshop-um-monte/
http://www.adamwoodhouse.co.uk/?cat=4
O marketing dos Best Sellers
Milhares de cópias vendidas, tradução para vários idiomas, fãs em diversos lugares no mundo. Essas são as características de um Best Seller.[1] Mas, o que se esconde atrás do sucesso? O que faz de um livro um campeão de vendas?
Pode não parecer, mas tem tudo a ver com marketing. Basta lembrar que os conceitos sobre essa área estão ligados a “realizar as necessidades e desejos do público alvo”. Assim, o livro faz sucesso de acordo com a quantidade de necessidades atendidas (respostas, conselhos, identificação com a estória, etc.)
Um bom exemplo é o livro “O Segredo” de Rhonda Byrne, lançado em 2007. Essa obra tem como assunto principal a “A Lei da Atração” que pode ser resumida na seguinte frase “Acredite e o universo irá conspirar em seu favor”. Em outros termos, “ensina” uma técnica de prosperidade e felicidade através do ato de desejar.
Outro exemplo, ainda mais fantástico, é a coletânia Harry Potter, de J. K Rowiling, na qual, segundo a wikipédia[2], “os sete livros publicados venderam mais de 400 milhões de exemplares e foram traduzidos em 67 idiomas”. Nesse caso, o público jovem, sempre em busca de aventuras, se identifica com o personagem principal (tímido e enigmático) e como num “passe de mágica” seus desejos tornam-se reais durante a leitura.
Diante da essência do marketing, percebe-se que os Best Sellers têm os mesmos benefícios dos produtos de sucesso. A idéia de que o consumidor compra apenas o objeto está totalmente ultrapassada. As pessoas querem mais. O sucesso está diretamente ligado a percepção do valor agregado.
Por isso, o profissional de marketing, antes de elaborar uma campanha deve analisar bem seu público alvo, descobrir suas necessidades e os principais anseios que rondam o mercado consumidor. Só então, voltar-se-á ao produto para identificar quais seus pontos fortes e fraquezas diante da expectativa do consumidor.
O interessante nisso tudo é que os grandes escritores não são “marketeiros”, no entanto, tem uma sensibilidade fora do comum. Essas características os levam a escrever o enredo de suas estórias de uma maneira fascinante. Assim, prendem o leitor à obra, tornando-o, pelo menos em tese, o personagem principal.
[1] Segundo a Wikipédia: Best-seller é um livro que é considerado como extremamente popular entre os leitores e é incluído na lista dos mais vendidos. Um Best-seller é considerado “literatura de massa” e inclui necessariamente o consumo.
[2] http://pt.wikipedia.org/wiki/Harry_Potter
Diagramação: arte ou metodologia?
Indispensável ao design gráfico, a diagramação, para muitos é apenas o processo de organização de imagens e caracteres (tipos) em uma peça gráfica. No entanto, o que se percebe é que os padrões estão mudando de tal forma que diagramar está deixando de ser uma técnica de organização estrutural para se tornar parte artística da mídia.
Variação das fontes em: tipo, cor, tamanho e disposição, aliadas a mistura de vetores e imagens são as características que marcam as mídias impressas atuais. Outdoors que há pouco tempo exigiam letras garrafais para leitura clara, hoje se destacam com imagens impactantes e fontes, às vezes miúdas, para chamar a atenção e atiçar a curiosidade do público alvo.
E não pára por aí, novas mídias com interação antes nunca imaginadas como é o caso do outdoor abaixo, exibido em 2004 pela playboy1, são mais do que simples técnicas de design e diagramação:
A peça aproveita a estrutura de colagem do próprio outdoor, que é constituído de folhas que são coladas sobre outras. Nessa peça colocou-se papel branco em forma de camiseta sobre um busto feminino nu. Na parte superior do outdoor lê-se em português “Rapazes, rezem para chover”, assim ao chover a camiseta fica transparente.
Sair do convencional, de forma inteligente, é uma excelente maneira de valorizar uma empresa ou marca. Assim, percebemos é fator fundamental ao desenvolvimento de uma peça publicitária de sucesso, no entanto, está longe e ser mero serviço técnico, pois a depender da criatividade da peça, o ato de diagramar passa de metodologia para arte pura e simples. Ou melhor, arte pura. Pois se simples fosse todo mundo era capaz de criar.
Fonte:
Imagem: http://www.brainstorm9.com.br/2004/02/10/nos-amamos-chuv/
Marketing: mais que vender!
É um erro comum, Marketing ser definido como Técnica de Vendas ou Publicidade. A verdade é que vendas e publicidade fazem parte do marketing, no entanto o marketing é muito mais que isso.
Para melhor entendimento é importante ver algumas definições que possam desmascarar o conceito já preestabelecido por boa parte do público, e mesmo de alguns empresários. Esses, usam o marketing o tempo todo, porém, não de forma plena, pois simplesmente não sabem o seu real significado e processos que o compõe.
Segundo Kotler: “O marketing é a ciência e a arte de explorar, criar, proporcionar valor para satisfazer as necessidades e desejos insatisfeitos. Ele define, mede e quantifica o tamanho do mercado identificado e o seu potencial de lucro. Identifica com precisão quais segmentos a empresa tem capacidade de servir, além de projetar e promover os produtos e serviços adequados.”¹
Já nesse primeiro conceito, pode-se perceber que o marketing é anterior ao produto, ou seja, quando se idealiza um produto(criação), já está presente o marketing. Mas a venda só existe a partir do produto. O ato de vender é o ato cambial(troca) de mercadorias por moeda(dinheiro).
O Marketing está ligado a todo processo de desenvolvimento e execução de idéias, produtos e serviços cuja finalidade seja suprir uma necessidade ou um desejo do ser humano. Dessa forma é importante atentar para a magnitude do marketing, já que, para suprir alguma coisa devemos saber o que devemos suprir. Então, vamos pensar de forma sistemica:
Marketing: Todo processo que busca suprir necessidades e desejos.
Processo Básicos do Marketing
Saber qual necessidade de um determinado público – PESQUISA
Avaliar riscos, custo-benefício, capacidade da empresa, capacidade do mercado, etc – ANÁLISE
Elaborar meios de atingir esse mercado – PLANEJAMENTO
Criar ou oferecer o produto: – VENDA
Veicular mídia “paga” nos veículos de comunicação – PROPAGANDA
Veículos de comunicação fazem veiculação “gratuita” do produto/serviço ou marca: PUBLICIDADE
Conquistar, Manter e Fidelizar a clientela – RELACIONAMENTO
Promover o produto interna e externamente – PROMOÇÃO
Motivar funcionários ao cumprimento das metas – GESTÃO DE PESSOAS
Portanto, Marketing é fundamental para o sucesso de qualquer empresa. Mas, caso não seja utilizado de forma plena a empresa pode perder dinheiro, pois poderia ganhar bem mais se detivesse do conhecimento ou do apoio profissional para explorar o mercado.
obs: Artigo publicado em 14/08/2008 – Republicado a pedidos.
Referências:
1-KOTLER, Philip. O Marketing sem Segredos. Trad. Bazan Tecnologia e Linguística. Porto Alegre: Bookman, 2005.






