A influência da mídia em nossas vidas!

fevereiro 8, 2010 by Gil Lemos  
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Somos, todos os dias, bombardeados por diversas mídias que, em comum, tem o objetivo de nos vender alguma coisa. Uma idéia, um produto, um sonho, etc. O instrumento publicitário atinge, na maioria das vezes, seu publico alvo de acordo com o objetivo de seus idealizadores. Mas até que ponto a mídia influencia nossas vidas? A partir de quando a liberdade torna-se libertinagem?

Em alguns casos é interessante questionarmos a força da comunicação como influência das atitudes da massa popular a qual atinge. Por isso, a responsabilidade dos veículos de mídia é enorme, afinal uma marca forte pode influenciar uma quantidade significativa de pessoas tanto positiva como negativamente.

Um bom exemplo de mídia questionável refere-se às antigas mídias de cigarro. Na época em que eram veiculadas, incitavam o jovem a fumar, com a idéia de que o cigarro estava ligado à aventura, maturidade e saúde. Nos comerciais exibidos na TV e/ou em mídia impressa, imagens ligadas a esporte e juventude atraiam, principalmente adolescentes, a experimentarem o cigarro.

Após alguns anos, processos se acumularam contra a indústria do tabaco, vindos principalmente de pessoas que contraíram doenças respiratórias, as quais, circunstancialmente eram ligadas ao uso contínuo de cigarro. Em 2000, com a lei 10.167, a propaganda de cigarro foi proibida no Brasil. Segundo José Carlos Mattedi, da Agência Brasil.[1] Pesquisas feitas na época avaliaram o impacto da ausência da propaganda de cigarros entre os jovens da época, segundo os pesquisadores:

“Pode ter havido outras motivações que levaram a uma diminuição no consumo ou na sua estabilização. Mas não tenho dúvidas que a proibição da propaganda foi fundamental para os resultados”, enfatiza Carlini. Além dele, trabalharam nas pesquisas: José Carlos Galduroz, Arilton Martins Fonseca e Ana Regina Noto.

“A propaganda de cigarro era bastante insinuante, ligada ao sucesso pessoal e a fatores como status econômico. Isso influenciava, principalmente, a camada jovem”, ressalta Carlini.

“Já o primeiro estudo que fizemos em 1987, também com estudantes, mas em 27 capitais, mostrava que 22,4% haviam experimentado tabaco, número esse que subiu para 32,7% dez anos depois, num aumento de 50%”, sublinha, sugerindo que caso a proibição não fosse aprovada, os dados atuais seriam acentuados. “O dado de 2005, de 21,7%, é menor do que o de quase 20 anos atrás”, pontua.

O número caiu tanto entre os meninos como entre as meninas. Nos primeiros, a queda foi de 36% (1997) para 21,9%. Na outra faixa, de 31,9% para 21,3%. Entre os pré-adolescentes (12 a 14 anos) também houve diminuição: de 13,8% para 8%.

Ao analisarmos uma pesquisa como essa, temos de forma clara, a idéia de quão poder tem a mídia. O Brasil ainda treme ao lembrar-se da ditadura e sua censura. No entanto, cabe ressaltar, que a responsabilidade dos veículos de comunicação refere-se, em parte, a educação de nossas crianças e jovens.

Portanto, cada mensagem deve ser analisada do ponto de vista crítico, evitando o desgaste ainda maior da sociedade atual, a qual tem seus filhos criados por terceiros, na medida em que, os pais, tornam-se ausentes ao serem explorados, de forma, cada vez mais intensa pelo sistema econômico atual.


[1] – http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2007/01/28/materia.2007-01-28.0516028868/

A pequena grande ideia!

outubro 3, 2009 by Gil Lemos  
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Efeitos especiais, cores, músicas, nada disso é necessário quando se tem uma grande idéia. O problema está na capacidade de criar idéias que realmente valham à pena. Não existe receita pronta para esses insights, mas, o que se sabe sobre o assunto é que quanto maior o grau de conhecimento e capacidade de interpretação, maior são as possibilidades de grandes idéias surgirem.

A criação perfeita é aquela que as pessoas olham e dizem para si mesmas: “Porque não pensei nisso antes?”

Viajar, ler muito e principalmente sonhar, são elementos fundamentais para aflorar a capacidade criativa do ser humano.

Grandes idéias vêm de muito preparo e uma dose de sensibilidade. Ter conhecimento profundo em uma determinada área de atuação ajuda bastante, contudo, não é o suficiente. Grandes arquitetos projetam edifícios baseados em anatomia, publicitários famosos escrevem textos maravilhosos baseados em sua experiência de vida, artistas de renome fazem quadros baseados na sua percepção aguçada das cores e dos sentimentos que elas transmitem.

É evidente que criatividade não pode ser ensinada. No entanto, você não precisa ser um expert em publicidade para ter grandes idéias. Você pode ter idéias interessantes sobre pintura. Ou sobre um site, ou, até mesmo, sobre um protótipo tecnológico. Todo ser humano é capaz de criar algo significativo.

O que faz de uma mera explanação, uma idéia formidável, é a probabilidade que essa criação tem de mudar, para melhor a vida das pessoas. É esse foco que faz toda a diferença na hora de criar.

O profissional do século 21

julho 15, 2009 by Gil Lemos  
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O profissional do século 21 deve ser mais que especializado. Deve ser “multicompetente” em outras palavras, deve ser o melhor em sua área e ser muito bom em outras atividades que complementem sua especialidade.

“Não basta apenas ser bom. É preciso ser o melhor.” Profissionais que seguem essa diretriz são os mais visados pelas empresas. Para atingir o sucesso na carreira o indivíduo deve ter uma inquietude natural, vocação para o novo, busca incessante por conhecimento e por interação.

Características como liderança, flexibilidade e comunicação, são pilares que fundamentam o perfil mais procurado pelo mercado atual. Além disso, maturidade emocional, capacidade de trabalhar em equipe, visão global, são preceitos que tornam o candidato apto a uma carreira gerencial se formos adiante focando a área executiva adicionemos ainda, características como, iniciativa, experiência internacional, aprendizado constante. Dessa mistura teremos o multiprofissional, ou, em outros termos, o profissional ideal para galgar os mais altos cargos e salários que o mercado oferece.

Parece difícil aliar tudo isso? Não é para menos. Os mais altos executivos do planeta têm essas, raras, características, e, por isso, tão valorizadas.  O que o mercado procura, são pessoas que dêem as empresas novas possibilidades. Para isso, é necessária extrema competência e dedicação, além, é claro, de uma visão diferenciada capaz de transformar desafios em oportunidades.

Investir na carreira é essencial para espera crescer profissionalmente. Cursos de especialização e idiomas podem dar uma incrementada no currículo, especialmente se forem feitos no exterior. Para aqueles que não puderem ir tão longe, por enquanto, recomenda-se duas ou mais especializações e fluidez em 2 ou três idiomas, pelo menos.

Muita leitura, disciplina e força de vontade podem levar você ao ápice na carreira. Mas não espere colher todos frutos de uma vez; trabalho duro e dedicação podem fazer você perder uma ou outra possibilidade de se divertir. No entanto, o futuro guarda surpresas e quanto mais cedo às sementes forem plantadas mais rápido o fruto será colhido e saboreado.

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Fonte

FURTADO, Jonas e CARDOSO, Rodrigo. A exigência por profissionais multicompetentes é cada vez maior no mundo corporativo. Saiba quais as habilidades mais valorizadas. ISTO É, p. 83, 09.jul.08

Seja uma marca de si mesmo!

junho 29, 2009 by Gil Lemos  
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Prepare-se para um mercado cada vez mais competitivo e que vai exigir de você um destaque ainda maior. Ser bom, agora, é obrigação, portanto, o que diferencia um ou outro candidato é a capacidade de demonstrar suas qualidades.

Mas se você está chegando ao mercado agora, não se desespere. Existem áreas em crescimento que não tem mão de obra qualificada e precisam ou vão precisar em breve de profissionais preparados, como é o caso das áreas ligadas a TI (tecnologia da informação), Reciclagem e Energias alternativas. O importante para um candidato é estar focado e preparar-se para o cargo que deseja ocupar.

Para ingressar no mercado de trabalho o candidato deve estar ciente de suas aptidões e, a partir disso, buscar qualificação. Estudar constantemente é uma vantagem competitiva valorizada pelas empresas. No entanto, é fundamental estar atento as exigências mercadológicas.

Alguns conhecimentos são primordiais. Na maioria dos casos, o domínio de pelo menos um idioma estrangeiro ajuda muito, alguma especialização valoriza ainda mais o currículo, boa escrita é fundamental. Contudo o mais importante é demonstrar interesse e capacidade para ocupar o cargo. Ou seja, deve-se ter um bom Marketing Pessoal.

O empresário Roberto Justos, em entrevista concedida a revista Você S/A, afirma que o melhor marketing pessoal que um profissional pode fazer é entregar resultados surpreendentes. 1

Qualidade é a segunda palavra mais procurada nas empresas. Pois, antes da qualidade, vem o fator apresentação. Em outros termos podemos dizer que o produto se mostra primeiramente pela embalagem, no entanto, em um segundo momento, o conteúdo deve ser condizente com o que for apresentado e, se possível, surpreender.

O site www.algosobre.com.br, apresenta 10 razões para motivar profissionais, em busca de oportunidades no mercado, a desenvolver um plano de marketing pessoal. São elas:2

Razão 1 - um plano de marketing é como uma “receita de bolo” que pode ser elaborado em poucos dias, e seu conteúdo, na maioria das vezes, é formado por idéias práticas e de fácil aplicação, portanto, comece agora!
Razão 2 – o tempo corre contra você, quanto mais rápido implantar seu plano de marketing, mais rápidos serão os resultados para sua carreira. O que está esperando?
Razão 3 – provavelmente você já tem inúmeros concorrentes promovendo suas respectivas carreiras no mercado, e você está ficando para trás. Não espere mais!
Razão 4 – marketing pessoal é um hábito, e você precisará de tempo para se habituar a essa nova maneira de agir em sua vida, portanto, corra!
Razão 5 – marketing pessoal cria novas oportunidades de negócios, e novas oportunidades de negócios, geralmente, significam mais dinheiro. Então aja agora!
Razão 6 – um plano de marketing pessoal pressupõe que você conquistará outros ciclos de amizade, isto certamente dará uma nova perspectiva de prazer e satisfação a sua vida pessoal e profissional. Mexa-se!
Razão 7 – o plano de marketing pessoal traz reconhecimento social pelos anos de esforços, estudos e trabalho. O que está esperando, ande!
Razão 8 – maior status social é o que obterá com o sucesso profissional conseguido através de seu plano de marketing pessoal. Vá em frente!
Razão 9 – a realização de seus sonhos de consumo, de seus sonhos de viagem e de muitos outros sonhos, poderá ser conquistada através do sucesso obtido com o marketing pessoal. Apresse-se!
Razão 10 – a realização profissional traz uma sensação superior de satisfação. É como conquistar o cume do Everest, algo inexplicável. Porque você não tenta iniciar agora o seu desafio pessoal? Mas é preciso dar o primeiro passo. Aja agora!

O bom profissional é aquele que se distingue dos demais por desenvolver tão bem sua imagem que se torna uma marca de si mesmo. De acordo com Kotler(2005):3

“Uma pessoa pode ser vista como uma marca. Certamente Madonna, Michael Jordan e Jim Carrey são marcas. Uma marca é um conjunto de associações que temos sobre um produto ou pessoa. Nesse sentido, as pessoas podem tentar desenhar e gerenciar sua marca, ou seja, gerenciar o que comunicam sobre elas próprias para os outros.”

Um exemplo disso é o caso do rei do pop, Michael Jackson. Sua marca é tão forte que após sua morte uma das expressões mais citadas é: “Foi-se o astro, nasce o mito.” Mesmo diante de arranhões em sua imagem, causados por processos de pedofilia, dos quais foi absolvido, e uma vida de escândalos, sua marca foi tão forte que seu álbum Thriller, ainda hoje, é o mais vendido da história.

Para se destacar em uma entrevista de emprego, tenha em mente que o profissional é um produto e deve vender suas qualidades da melhor forma possível. Ou seja, para a empresa a contratação de um funcionário deve ser vantajosa. Assim, espera que o empregado possa gerar resultados, surpreender a chefia, ter bons relacionamentos, sendo, portanto, uma marca de si mesmo.

Fontes:
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1 – BOTONNI, Fernanda. Você está contratado! VOCÊ S/A, ed.132, p. 61,  Editora Abril, jun. 2009.
2 – http://www.algosobre.com.br/marketing/marketing-pessoal-10-razoes-para-comecar-agora.html, Acesso em: 28/06/2009
3 – KOTLER, Philip. O Marketing sem Segredos, trad. Bazan Tecnologia e Linguistica. – Porto Alegre: Bookman, 2005.

A importância da segmentação

maio 15, 2009 by Gil Lemos  
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Atender bem e oferecer produtos de qualidade não é mais um diferencial, é uma obrigação. Os profissionais de marketing devem estar atentos as necessidades dos consumidores, principalmente aquelas que a concorrência, ainda, não atende.

Todos os dias somos bombardeados com publicidade. Seja na internet, na rua, na TV, rádio, celular via SMS ou telemarketing, etc. Por isso anunciar de forma efetiva tem sido um desafio cada vez maior. Afinal, seu anúncio deve destacar-se diante do mar de informações que nos rodeia.

Pensando nisso, muitas empresas buscam a segmentação. Ou seja, separam seus consumidores por grupos que tem desejos semelhantes e a partir disso, segmentam seus produtos e promoções. Segundo GAMBLE, Paul R. [et al]:

“Agora, o segredo é descobrir o que o consumidor deseja da empresa. Isso pode permitir a implementação de uma segmentação focada em benefícios ao cliente. Uma empresa de turismo e lazer, por exemplo, pode identificar desejo por aventura, por descanso e por ter monitores para manterem as crianças entretidas como possível benefício aos clientes com famílias e filhos pequenos. No entanto cada um desses é um benefício distinto e requer diferentes propostas aos clientes. 1

No entanto, é preciso analisar a capacidade da empresa em atender cada segmento em especial. Dessa forma, caso a empresa não tenha a competência técnica para o atendimento de determinado segmento ela deve considerar a possibilidade de deslocar seus recursos para outro segmento ou mesmo reestrutura-se para atender a aquela demanda. Nesse ponto a análise estratégica pontua o custo-benefício de cada segmento.

Segmentar é um grande desafio. Por isso, essa missão deve ser passada a profissionais competentes a fim de fazer essa tarefa da melhor forma possível. O processo de segmentação vai além das pesquisas, pois para implementar esse tipo de estratégia é importante analisar criteriosamente cada segmento para, só então, definir as prioridades e foco de campanha. Segundo Kotler (2005):

“Os métodos de segmentação passaram por diversos estágios. Inicialmente, os pesquisadores se voltaram para a segmentação demográfica por causa da disponibilidade imediata dos dados demográficos – Tendo descoberto que as pessoas dentro desses segmentos demográficos não apresentavam necessariamente o mesmo padrão de consumo, os pesquisadores passaram a adotar a segmentação comportamental, classificando as pessoas de acordo com a sua disposição para comprar, motivação e atitude. Uma forma dessa classificação foi à segmentação por benefícios, que classificou os clientes de acordo com o principal benefício que buscavam no produto. Outra forma foi à segmentação psicográfica, que classificou as pessoas de acordo com as características de seu estilo de vida.
Mais recentemente, os pesquisadores buscaram a segmentação por nível de fidelidade, prestando mais atenção aos clientes que podiam ser mantidos por mais tempo e com mais lucratividade do que outros clientes. No final das contas, a análise de segmentação é uma busca pela compreensão da natureza do cliente, e ela pode proporcionar uma grande recompensa aos profissionais de marketing que sejam os primeiros a identificar novas variáveis para classificar clientes”2

Segmentar é preciso. Então, faça a segmentação de seus produtos de forma séria. Afinal, existem excelentes profissionais de marketing que podem dar a direção certa para que sua a empresa navegue bem durante a tempestiva complexidade do mercado global.

O sucesso é alcançado não apenas por desejos, mas sim, com trabalho duro e pessoas certas nos lugares adequados.

Fontes:

1 – GAMBLE, Paul R. [et al]. A Revolução do Marketing, trad. Maiza Prande Bernardello – São Paulo: Futura, 2007.
2 – KOTLER, Philip. O Marketing sem Segredos, trad. Bazan Tecnologia e Linguistica. – Porto Alegre: Bookman, 2005.

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