Mobilidade na vida e no bolso

julho 27, 2010 by Gil Lemos  
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A vontade de estar sempre conectado com o mundo é a característica em destaque de uma nova geração de consumidores. Para muitos deles, não basta ter um computador, notebook, celular, câmera digital, etc. Eles querem ter tudo na mão, ou melhor, no bolso e se possível em um único aparelho.

Os smartphones são os computadores do futuro, pelo menos é o que indica os dados de uma pesquisa realizada pela ABI Research, e divulgada pelo site IDGNow[1] em maio deste ano.

Segundo os dados divulgados na pesquisa. Até 2014 cerca de 87% do tráfego de dados serão acessados por dispositivos móveis. Sendo que 48%, através de smartphones.

Não é a toa que gigantes da tecnologia tem investido pesado nesse nicho de mercado, principalmente nos ramos de software e Sistema operacional. O google com seu sistema Android[2] e a Microsoft com o Windows mobile(e em breve Windows Phone 7[3]), são alguns exemplos.

No futuro de agora, smartphones prometem tornar-se “mini computadores” que cabem no bolso. Cada vez mais potentes, e com recursos de tirar o fôlego como processamento 3d, grande espaço de armazenamento, e câmera digital, são o gadget mais desejado pela maioria dos mortais amantes da tecnologia.

Hoje, é possível fazer inúmeras coisas com um bom smartphone, como, por exemplo, assistir vídeos em alta resolução, ler livros, editar documentos e planilhas eletrônicas, além disso, o aparelho permite navegar pela internet por meio de browsers cada vez mais completos, acessar e-mails, e redes sociais.

Por tudo isso, é bom ficar de olho. Pois, o mercado tem novas necessidades; e, a habilidade em atende-las faz toda a diferença para a empresa e/ou profissional que queira aproveitar essa tendencia de consumo.


[1] http://idgnow.uol.com.br/telecom/2010/05/28/smartphones-e-tablets-dominarao-o-consumo-de-dados-nos-eua-ate-2014/ Acesso em 27/07/10 as 00h14.

[2] Android, segundo a Wikipédia – http://pt.wikipedia.org/wiki/Android Acesso em 27/07/10 as 00h53.

[3] Artigo sobre Windows Phone 7 – http://gizmodo.com.br/conteudo/microsoft-mostra-windows-phone-7-e-de-repente-tudo-muda Acesso em 27/07/10 as 00h57.

O poder da mulher no mercado consumidor

junho 10, 2010 by Gil Lemos  
Filed under Destaque, Marketing

O mercado consumidor cresce a passos largos e em várias direções. Por isso, é importante saber o caminho a seguir, quais os padrões de consumo, quais necessidades e oportunidades podem ser aproveitadas.

A mulher ganha cada vez mais destaque no cenário atual. Graças a sua competência e desenvoltura no trabalho, o salário feminino cresce gradativamente. Por isso, a mulher tem consumido mais e mais a cada dia.

Para se ter uma idéia mais precisa, as mulheres despejaram 12 trilhões de dólares na economia mundial em 2009, só no Brasil foram 800 bilhões de reais. Segundo a revista Exame:

“Uma recente pesquisa elaborada pela consultoria Boston Consulting Group (BCG) mostra que, nos próximos cinco anos, a renda feminina mundial deverá receber um incremento de cinco trilhões de dólares, chegando a 18 trilhões – mais do que a soma do produto interno bruto de Brasil, Rússia, Índia e China, o tão celebrado Bric. – Trata-se do maior mercado emergente de todos os tempos. As mulheres vão liderar o mundo pós-crise – diz a americana Kate Sayre, uma das autoras do estudo. – De meras coadjuvantes na economia, elas se converteram na maior esperança de crescimento para diversos países” [1]

Assim como o crescimento financeiro, a variedade de itens consumidos também aumenta. Mercados de automóveis, tecnologia e viagens tem encontrado no consumo feminino um novo impulsionador de vendas.

Entretanto, é preciso ter cuidado na abordagem desse público, pois os desejos femininos são complexos e não basta oferecer um produto rosa, ou mais bonitinho, para que a compra seja garantida.

As mulheres buscam qualidade e simplicidade, por isso, é essencial conhecer seus anseios para ter sucesso na concretização do negócio.


[1] MEYER, Carolina e ARAGÃO, Marianna.  O Maior dos Mercados Emergentes. Exame, São Paulo, ed. 968, n. 9, Ano 44, p. 20, 19/05/2010

O apelo do design como diferencial de um produto

maio 17, 2010 by Gil Lemos  
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O homo tecnologicus é o consumidor atual, e apesar de toda tecnologia, a seu favor, vem perdendo a sua característica humana primordial, o relacionamento. Em busca do sentir, o consumo volta-se a características abstratas, busca de sensações perdidas em meio aos bites da internet.

O design aparece como fator primordial de consumo, no momento em que, o ser humano começa a se perder entre fios e aparatos tecnológicos, e sente que sua humanidade está perdendo aos poucos o direito sensorial. Assim, linhas retas, tornam-se curvas, 2D vira 3D ou ainda 4D (nos cinemas mais sofisticados), revistas de cosméticos vêm com o aroma de seus produtos em algumas páginas, e assim por diante.

O design é uma das maneiras mais atrativas para se vender um produto, pois “o que os olhos não vêem o coração não sente” e sentir é ver, vislumbrar o que é ou pode ser.

Vejamos um exemplo simples. Eu sempre achei interessante o design das escovas de dente. Sei que, a princípio, pode parecer loucura, porém é interessante observar a diversidade de design nesse tipo de produto. O apelo estético diferencia uma escova da outra e além disso confere novos recursos ao produto, como ergonomia, melhoria na escovação, etc.

Outro bom exemplo, em que o design causa uma mudança surpreendente no conceito do produto, é no ramo automobilístico, Neste os veículos são totalmente redesenhados e tornam-se campeões de venda. Temos como exemplo o Novo Gol e talvez, quem sabe, o Novo Fiat Uno.

A indústria de cosméticos segue a mesma linha. Design que vai da estética de suas embalagens e até de seus produtos, como é o caso da Natura, que tem linhas de produtos diferenciados pela estética como é o caso de alguns produtos da linha Natura Ekos, como sabonetes em penca, por exemplo.

Claro que um bom produto não se faz apenas da estética, deve ter atributos que sustentem o design, caso contrário, o insight do cliente pode ser inverso ao esperado. Pesquisas vêm sendo feitas em todas as áreas de marketing a fim de entender melhor a mente dos consumidores atuais.

As tendências causadas pela tecnologia estão mudando radicalmente o comportamento do consumo. O que é comum em todos os resultados que tive acesso, é que o consumidor atual quer mais que um produto, quer uma sensação, seja ela duradoura ou efêmera como a própria vida. Sentir é o que faz valer o preço de produtos que aparentemente são iguais.

Saber diferenciar um produto de outro é um desafio complexo. Mas, a complexidade faz parte do simples fato de sermos humanos.

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Linux para concursos – Parte 2

maio 10, 2010 by Gil Lemos  
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O Linux difere-se em muitas coisas do sistema da Microsoft. E mesmo entre suas distribuições o sistema do pingüim apresenta diferenças significativas. As principais distribuições são:

Red Hat – Famoso por suas ferramentas de instalação e atualização do sistema operacional e por seu sistema bem projetado de instalação, desinstalação e controle de pacotes de aplicativos de software. Arquivos executáveis: .rpm

Slackware – Era a distribuição mais popular. Não vem com RPM. Ganha em performance, mas peca ma interatividade. Usado mais para servidores de rede. Arquivos executáveis: .tgz

àObs: Considerada uma das mais difíceis distribuições para se trabalhar. Isso não significa que a distribuição não seja confiável e/ou eficiente. No entanto, ela não é recomendada para leigos, pois a maioria de suas instalações é feitas através de comandos em modo texto. Assim, na maioria dos casos, apenas usuários avançados adotam esse sistema.

Os pacotes .tgz são muito menos comuns do que os pacotes .rpm, usados pelo Red Hat, Mandrake, Conectiva e outras distribuições e que os pacotes .deb, usados no Debian. Geralmente você só encontrará pacotes .tgz no próprio FTP do Slackware, nos CDs de instalação (naturalmente :-) e em alguns sites de usuários. O mais comum é encontrar os programas disponibilizados apenas em código fonte, os pacotes .tar.gz e em formato .rpm.

Os pacotes .tar.gz podem ser instalados em qualquer distribuição Linux mas, como precisam ser compilados, a instalação é mais demorada e um pouco mais complicada, pois muitas vezes você terá de lidar com a falta de bibliotecas necessárias para a compilação, problemas de compatibilidade do gcc, etc.

Debian / GNU – Não possui uma organização comercial patrocinadora. É produzida por uma equipe de voluntários. Utiliza seu próprio sistema de gerenciamento de pacotes. Arquivos executáveis: .deb

àObs: Uma das distribuições mais conhecidas no Brasil é o Ubuntu, ele se baseia no Debian e possui inúmeros recursos de reconhecimento de hardware o que facilita o uso.  É reconhecido por ser uma das distribuições mais fáceis de trabalhar e é indicada, tanto para leigos quanto para usuários avançados de Linux.

Mesmo diante de tantas distribuições, a estrutura do sistema é comum. E é importante conhecer como os arquivos são distribuídos no sistema para localizar um arquivo ou em alguns casos instalar algum item de hardware ou software.

Em alguns concursos esta estrutura já está sendo cobrada portanto, segue abaixo um resumo sobre as pastas (diretórios) principais do sistema e os arquivos que eles comportam.

Estrutura de Diretórios

/ -> Diretório raiz

/bin -> Arquivos executáveis de comando essenciais

/boot -> Arquivos de inicialização do sistema

/dev -> Arquivos de dispositivos do sistema

/etc ->Arquivos de configurações

/home -> Lugar onde ficam as pastas locais dos usuários

/lib -> Arquivos de bibliotecas essenciais ao sistema utilizadas pelos programas em /bin

/mnt -> Ponto de montagem

/proc -> Informações do KERNEL, dos processos e interrupções da maquina

/root -> Pasta do administrador do sistema

/sbin -> Arquivos relacionados diretamente ao sistema

/temp -> Arquivos temporários

/usr -> Arquivos que pertencentes aos usuários

/var -> Pasta onde são guardadas informações variáveis sobre o sistema

No próximo artigo, alguns comandos utilizados no Linux e que são de suma importância para o entendimento do sistema.

Links para as outras partes desse tutorial:

Parte 01 - http://migre.me/Vayh
Parte 02 - http://migre.me/Vaze
Parte 03 - http://migre.me/VazT

A internet e a revolução das logomarcas

abril 30, 2010 by Gil Lemos  
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A força de uma marca é reconhecida no momento em que suas características primordiais trazem de imediato a imagem da empresa ha mente dos consumidores. Claro que não basta apenas criar uma boa marca é preciso divulgá-la e fundamentar sua imagem aos conceitos da empresa. Pois, só assim é possível ligar uma coisa na outra.

Para se ter uma idéia, alguns exemplos simples como a cor laranja, que nos lembra o Banco Itaú, as curvas da marca coca cola, e a logo da Nike que por sua simplicidade nos leva facilmente a lembrar da empresa.

No meio publicitário muito se fala sobre simplicidade dos traços, padrão de cores, tamanhos e formas básicas. Contudo, algumas marcas fogem do convencional e conseguem destaque, mesmo quebrando os diversos paradigmas que cercam os centros de criação.

Segundo o site www.cidadedaslogos.com a logo acima contem 25 símbolos, todos ligados a produtos ou à vida. A Unilever conseguiu representar sua grandeza. Esse novo logo é formado por vários símbolos, cada um com o seu significado. Eles são organizados de tal maneira que se encaixam e se completam, o que a Unilever conseguiu com isso? Um ícone que representa “tudo”.

Além do “U” com muitos significados, a tipografia do nome também mudou. Passou de uma fonte com serifa para uma fonte manuscrita que reflete as curvas e formas dos 25 símbolos.

Veja abaixo uma lista com o significado de cada um deles.

Sun Sol: Toda vida começa com o sol. Símbolo supremo da vitalidade representa várias de nossas marcas. DNA DNA: A hélice dupla, o mapa genético da vida e um dos símbolos da biociência. É a chave para uma vida saudável.
Bee Abelha: Representa a criação, a polinização, o trabalho árduo e a biodiversidade. Hand & flower Mão: Um símbolo de sensibilidade, cuidado e necessidade. Representa a pela e o toque. Flor: Representa a fragrância. Quando vista com a mão, representa hidratantes ou cremes.
Hair Cabelos: Um símbolo de beleza e boa aparência. Ao lado da flor, evocam limpeza e fragrância. Próximo à mão, representam maciez. Palm tree Palmeira: Uma fonte nutritiva de recursos, também é um símbolo do paraíso.
Sauces & Spreads Molhos ou margarinas: Representam mistura ou preparo. Sugere combinação de condimentos e adição de sabor. Spoon Colher: Símbolo de nutrição, de experimentar sabores e cozinhar.
Tea Chá: Uma planta ou extrato de uma planta como o chá. Também simboliza cultivo e plantio. Bowl Tigela: Uma tigela de comida com aroma delicioso. Também representa uma refeição pronta, uma bebida quente ou uma sopa.
Partículas: Uma referência à ciência, bolhas e efervescência. Spice & Flavours Especiarias e sabores: Representam pimenta ou ingredientes frescos.
Frozen Congelado: A planta simboliza o frescor, o floco de neve representa congelamento. Um símbolo de transformação. Fish Peixe: Representa alimento, o mar ou a água fresca.
Wave Onda: Simboliza limpeza, frescor e vigor, tanto na higiene pessoal quanto num ícone de lavanderia (com a camisa). Sparkle Brilho: Limpo, saudável e cintilante de energia.
Liquid Líquido: Uma referência à água limpa e à pureza. Bird Pássaro: Um símbolo da liberdade. Sugere alívio das tarefas diárias e poder aproveitar da vida o que ela tem de melhor.
Container Recipiente: Simboliza a embalagem. Um pote de creme associado a cuidados pessoais. Recycle Reciclar: Parte do nosso compromisso com a sustentabilidade.
Clothes Roupas: Representam roupas recém-lavadas e boa aparência. Lips Lábios: Representam beleza, boa aparência e paladar.
Heart Coração: Um símbolo de amor, cuidado e saúde. Ice Cream Sorvete: Um agrado, prazer e diversão.
Fontes: www.unilever.com.br, www.underconsideration.com

Um impulsionador para as novas formas é o aumento constante do uso da internet e a Web 2.0, que exige traços mais arrojados e formas mais dinâmicas, para isso recursos em 3D, reflexos e desenhos mais trabalhados, ganham força na área de design e transformam, de forma significativa, o mundo das artes digitais.

Diante dessa nova realidade, a internet mostra o poder que tem. Agora, mais do que nunca, profissionais de marketing e de design devem buscar alternativas criativas para atingir o consumidor de forma efetiva.

A simbologia das marcas ainda permanece forte, contudo, as formas e as cores não são as mesmas de outrora, é ora de inovar, de buscar, de sentir o que se espera.

O público quer mais que um produto, uma marca, uma empresa. O consumidor do século XXI quer experimentar algo novo, e que, de alguma forma, acrescente algo importante em sua vida.

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