N900: quase um computador!

dezembro 14, 2009 by Gil Lemos  
Filed under Tecnologia

Já não bastavam as revoluções, dos computadores, da internet, das redes de relacionamento, dos celulares, etc. Agora, os smartphones vêm, com ainda mais força, para concorrer diretamente com os Netbooks e Notebooks. Pelo menos teoricamente.

Afinal, os smartphones, ainda, não têm, a capacidade de rodar sistemas operacionais nativos para PC , no entanto, suas funções estão bem próximas aos Netbooks. Os S.Os para equipamentos móveis, estão em expansão e os smartphones têm as vantagens de serem ultra portáteis, em outros termos, podem ser levados no bolso e, ainda, comportam funções de câmera digital e GPS.

O Iphone da Aple tem um desempenho excepcional para a maioria das funções, como navegação e tochscreem, no entanto, está longe de concorrer com um PC, afinal, seus recursos de edição de textos, planilhas e outros arquivos, ainda são bem restritas. Além disso, na área dos Smartphones, a câmera digital tem sido um diferencial bastante procurado pelos consumidores, sendo assim, esse é um ponto fraco do aparelho da Aple.  Enquanto aparelhos da Nokia, Samsung e Sony Ericson, só para citar alguns, tem câmeras de 5 a 12 megapixels, o Iphone tem apenas 2 megapixels.

Sistemas como o Symbian da Nokia e o Windows Mobile da Microsoft não têm desempenho satisfatório em muitos recursos avançados de navegação e touchscreen. Entretanto, a empresa Filandesa, que já surpreendeu com o N95 e N97, lançou em novembro desse ano o N900. Com tela de 3.5”, com sistema Linux Maemo5, e um processador  tão potente quanto o do Iphone 3GS, esse aparelho promete esquentar a briga nesse nicho de mercado. Segundo o site www.geek.com.br:

“O aparelho traz diversas funções, sendo um dos mais completos da empresa. É composto por um processador ARM Cortex A8 (o mesmo usado no iPhone 3GS), display touchscreen de 3,5″ e 800×480 pixels, 256 MB de RAM dedicado, oferece conectividade via GSM e HSDPA, vem com teclado QWERTY completo e 32GB de memória interna (expansível com cartões microSD). Seu sistema Maemo5 é baseado em Linux e outros componentes open source, como o Gnome e diversos subsistemas da distribuição Debian Linux e da Fundação Mozilla, e ainda traz as funções usuais bluetooth, Wi-Fi e câmera de 5 megapixels, como descreve o site Mashable.

O site da Nokia explica que o software Maemo (maemo.org), por trazer uma plataforma open source, permite o desenvolvimento de diversas aplicações por qualquer interessado, como podcasting, Twitter e mensagens instantâneas. O site também traz mais informações e imagens do N900.”

Para nós, amantes da tecnologia, basta apenas esperar. Não apenas para ver o que virá, mas para analisar até onde vale à pena investir, pois os aparelhos mais sofisticados custam o mesmo que bons Notebooks e eu não sei, até que ponto, a diferença entre o portátil e o ultra compensa o preço.

Posso afirmar que em breve os smartphones poderão ser tão robustos quanto um PC        , mas, ainda, não é o momento de mudar, pois apesar das funções de escritório estarem bastante amadurecidas na área dos ultra-portáteis, os notebooks, ainda são, na minha opinião, a melhor solução para quem quer um computador de mão.

A tecnologia e a publicidade

setembro 2, 2009 by Gil Lemos  
Filed under Marketing

O mundo mudou, as mídias mudaram, os desejos mudaram. A tecnologia deu ao consumidor um poder nunca antes visto: o poder absoluto da escolha. Enquanto que, há alguns anos, o mercado ditava as regras de compra e venda, hoje, a internet serve de base para muitos consumidores fecharem negócio e produzirem conteúdo digital.

Em nenhum momento da história o diferencial de um produto foi tão exigido.  Rei Inamoto, diretor global de criação da AKQA, afirmou durante o IG Digital Day realizado em Julho deste ano:

“Hoje, o consumidor é quem controla as marcas. Há dez anos, eram as marcas que controlavam os consumidores. Hoje, esse poder mudou de mãos. São os consumidores que dominam as marcas. Eles são os próprios criadores.
Os consumidores estão se tornando mídia, com o Facebook, Twitter, o próprio celular. As pessoas estão se tornando seus próprios outlets de mídia”1

O Google, também chamado de “O Oráculo” no meio digital, é um dos responsáveis pela mudança nos hábitos dos consumidores. Com um sistema de buscas rápido e eficiente, além de ferramentas como o Google Maps, Google Docs, Google Academy, ele é uma ferramenta indispensável para encontrar algo na net.

A TV já não é mais a mesma. Anúncios televisivos perdem força diante da utilização, cada vez maior, de canais alternativos de mídia, a maioria ligada diretamente à internet.

As mídias atuais estão passando por uma importante transformação de formato2, não existe mais espaço para monólogos. A interação é um ponto chave da nova cultura de consumo. Assim, as mídias interativas são os formatos que mais crescem na web. Sites, Blogs, Redes de Relacionamento, navegação Wireless, smartphones, são tecnologias que fazem do consumidor um produtor e utilizador de conteúdo. Onde iremos parar? Para onde devemos direcionar as campanhas publicitárias a fim de continuarmos atingindo uma boa audiência?  Abaixo segue um vídeo que mostra como as novas tecnologias mudam o comportamento dos consumidores e exigem novas estratégias de marketing3.

Mudar não é apenas necessário, é fundamental. A internet veio para deixar as pessoas cada vez mais conectadas e a publicidade deve adaptar-se a esse novo conceito de mercado. O sucesso não acontece por acaso, e, principalmente, sem ações de marketing. Abrem-se ainda mais os espaços para os profissionais especializados em marketing digital. Mídia livre, sem fronteiras e com a interatividade a um clique de distância.

Fontes

1 – tecnologia.ig.com.br
2- youtube
3 – KOTLER, Philip. O Marketing sem Segredos, trad. Bazan Tecnologia e Linguistica. – Porto Alegre: Bookman, 2005.

A importância da segmentação

maio 15, 2009 by Gil Lemos  
Filed under Marketing

Atender bem e oferecer produtos de qualidade não é mais um diferencial, é uma obrigação. Os profissionais de marketing devem estar atentos as necessidades dos consumidores, principalmente aquelas que a concorrência, ainda, não atende.

Todos os dias somos bombardeados com publicidade. Seja na internet, na rua, na TV, rádio, celular via SMS ou telemarketing, etc. Por isso anunciar de forma efetiva tem sido um desafio cada vez maior. Afinal, seu anúncio deve destacar-se diante do mar de informações que nos rodeia.

Pensando nisso, muitas empresas buscam a segmentação. Ou seja, separam seus consumidores por grupos que tem desejos semelhantes e a partir disso, segmentam seus produtos e promoções. Segundo GAMBLE, Paul R. [et al]:

“Agora, o segredo é descobrir o que o consumidor deseja da empresa. Isso pode permitir a implementação de uma segmentação focada em benefícios ao cliente. Uma empresa de turismo e lazer, por exemplo, pode identificar desejo por aventura, por descanso e por ter monitores para manterem as crianças entretidas como possível benefício aos clientes com famílias e filhos pequenos. No entanto cada um desses é um benefício distinto e requer diferentes propostas aos clientes. 1

No entanto, é preciso analisar a capacidade da empresa em atender cada segmento em especial. Dessa forma, caso a empresa não tenha a competência técnica para o atendimento de determinado segmento ela deve considerar a possibilidade de deslocar seus recursos para outro segmento ou mesmo reestrutura-se para atender a aquela demanda. Nesse ponto a análise estratégica pontua o custo-benefício de cada segmento.

Segmentar é um grande desafio. Por isso, essa missão deve ser passada a profissionais competentes a fim de fazer essa tarefa da melhor forma possível. O processo de segmentação vai além das pesquisas, pois para implementar esse tipo de estratégia é importante analisar criteriosamente cada segmento para, só então, definir as prioridades e foco de campanha. Segundo Kotler (2005):

“Os métodos de segmentação passaram por diversos estágios. Inicialmente, os pesquisadores se voltaram para a segmentação demográfica por causa da disponibilidade imediata dos dados demográficos – Tendo descoberto que as pessoas dentro desses segmentos demográficos não apresentavam necessariamente o mesmo padrão de consumo, os pesquisadores passaram a adotar a segmentação comportamental, classificando as pessoas de acordo com a sua disposição para comprar, motivação e atitude. Uma forma dessa classificação foi à segmentação por benefícios, que classificou os clientes de acordo com o principal benefício que buscavam no produto. Outra forma foi à segmentação psicográfica, que classificou as pessoas de acordo com as características de seu estilo de vida.
Mais recentemente, os pesquisadores buscaram a segmentação por nível de fidelidade, prestando mais atenção aos clientes que podiam ser mantidos por mais tempo e com mais lucratividade do que outros clientes. No final das contas, a análise de segmentação é uma busca pela compreensão da natureza do cliente, e ela pode proporcionar uma grande recompensa aos profissionais de marketing que sejam os primeiros a identificar novas variáveis para classificar clientes”2

Segmentar é preciso. Então, faça a segmentação de seus produtos de forma séria. Afinal, existem excelentes profissionais de marketing que podem dar a direção certa para que sua a empresa navegue bem durante a tempestiva complexidade do mercado global.

O sucesso é alcançado não apenas por desejos, mas sim, com trabalho duro e pessoas certas nos lugares adequados.

Fontes:

1 – GAMBLE, Paul R. [et al]. A Revolução do Marketing, trad. Maiza Prande Bernardello – São Paulo: Futura, 2007.
2 – KOTLER, Philip. O Marketing sem Segredos, trad. Bazan Tecnologia e Linguistica. – Porto Alegre: Bookman, 2005.

Plano de Presença online

abril 3, 2009 by Gil Lemos  
Filed under Marketing

presencaonline

Com a internet os meios de comunicação não são mais unilaterais. A exposição dos produtos na mídia necessita do feedback do consumidor, pois, essa é uma das exigências básicas impostas pelo avanço tecnológico. Segundo o site Webinsider:

“Antigamente, os canais de comunicação eram “unilaterais”. A mensagem era enviada e deveria ser absorvida pelo grande público. Não gerava troca de experiências, muito menos feedback por parte de seus interlocutores. Ou seja, as marcas falavam de si e apresentavam seus produtos de forma parcial, destacando sempre suas qualidades e criando situações, parte das vezes, irreais.
Com a internet esse “formato de comunicação” vem perdendo espaço. A web não democratizou apenas o acesso à informação, mas permitiu que vários novos canais surgissem. Canais de vários tamanhos e formatos. Alguns estruturados e de grande porte, outros tão pequenos como uma pessoa em relação à população de um grande país. Mas todos com sua própria audiência. Com isso novas vozes são ouvidas e as marcas perderam a força absoluta que detinham de falar de si próprias sozinhas.
Agora, a comunicação passa a ser “bilateral” ou interativa, como dizemos atualmente, e todos, que outrora só podiam ouvir, agora também têm espaço/oportunidade para falar. Portanto, mais importante do que falar, as empresas agora se preocupam em conversar com seu público. O estímulo gerado não é limitado à compra (embora este permaneça sendo o objetivo final), mas à interação, que acaba ocorrendo em vários níveis, permitindo às empresas interagir com seu mercado consumidor de uma maneira muito mais profunda e lucrativa.” 1

O plano de presença on-line (PPO) estabelece a melhor forma de interagir com os diversos canais de mídia disponíveis para obter o melhor resultado possível. A interação com o cliente é um dos pontos estudados no PPO, bem como, a utilização dos comentários positivos e negativos deixados pelos consumidores de forma a valorizar os pontos fortes e corrigir ou rebater pontos negativos.

Hoje não basta a empresa ter um site, isso é o básico. Para alcançar o sucesso na rede é imprescindível que o site tenha um PPO, para estar visível na rede, por via dos sistemas de busca.

O Plano de Presença online tem como fundamentos principais os 3C: Conteúdo, Comunidade e Comércio.

- Conteúdo: O princípio fundamental para o reconhecimento da empresa. As pessoas precisam perceber os benefícios oferecidos pelo site da instituição, seja por meio de websites, hotsites ou blogs. Por isso, o conteúdo deve ser bem estudado e direcionado ao público alvo da mídia.

- Comunidade: A empresa deve buscar a maior interação possível com seus clientes ou prospects. Sistemas de SAC, ou formulários de comentários/sugestões são fundamentais para que o cliente expresse suas impressões sobre o site, portanto esses canais devem ser valorizados e direcionados estrategicamente a melhorias dos produtos e serviços oferecidos.

- Comércio: No momento em que a empresa é reconhecida pelo público, as negociações começam a surgir. Neste ponto é importante ter respostas rápidas e eficientes para fortalecer as relações de compra. Utilizar um sistema e-commerce é interessante, mas ainda não é fundamental. O importante é que o site ofereça canais que possibilitem ao internauta o acesso a informações orçamentárias, e conclusão de compra. Observe que isso pode ser feito inicialmente via formulário de contato, e posteriormente por telefone (para fechar o negócio), não necessariamente exigindo um sistema de vendas online. O site xeque-mate afirma que:

Que a Internet é um meio importante para divulgação de produtos e serviços todo mundo sabe, o que é pouco discutido é a forma como o visitante deve se relacionar com uma marca. Planejar a presença virtual de uma empresa é a chave para o sucesso de qualquer estratégia on-line.
Antes de pensar no layout do site você tem que pensar em como vai ser a experiência on-line da empresa, ou em bom “corporativez”, o Plano de presença.
O plano de presença vai abordar o que vai ser feito para atrair visitantes para seu site e como fazer para que retornem mais vezes e você possa iniciar um diálogo. Chamamos essas duas respectivamente de:
Presença ativa - Toda ação que tem como objetivo atrair visitantes para a presença receptiva. Isso inclui propaganda, ações de marketing viral, promoções, indicações, e-mail marketing e marketing de permissão. Essas e outras estratégias serão abordadas em outras matérias.
Presença receptiva - Tudo que estará disponível on-line para funcionários, clientes, parceiros e fornecedores. Ex: O site institucional da empresa, uma extranet com ferramentas de comunicação para integrar funcionários de várias filiais ou uma loja virtual. A premissa básica da presença receptiva é: Todo visitante precisa ser bem atendido, do “heavy user” (o famoso Nerd) que navega vinte horas por dia ao usuário mais tecnofóbico, do consumidor freqüente ao marinheiro de primeira viagem. 2

Kotler, já afirmava em 2005 que a internet é uma mina de ouro de informações sobre mercados, consumidores, varejistas, concorrentes e produtos. Segundo ele, as pessoas estão muito pressionadas pelo tempo e a internet oferece ótimas informações para avaliar ofertas e fazer encomendas de maneira conveniente. As empresas podem pesquisar mercados, clientes e concorrentes, além de distribuidores, revendedores e fornecedores pela internet3

A internet é o meio de comunicação com maior abrangência da atualidade, pois, o acesso pode ser feito de qualquer ponto do Globo, dessa forma, é importante dar a relevância necessária a esse canal de comunicação. Empresas de mídia impressa, televisiva e radio difusora já utilizam esse meio como forma fortalecer seus serviços.  A internet não representa mais o futuro. Pois é o presente, o hoje, o agora e deve ser utilizada com sabedoria, pois pode representar o sucesso ou o fracasso dos negócios.

Fontes

1-       http://webinsider.uol.com.br/index.php/2009/04/02/o-que-e-um-plano-de-presenca-online/

2-       http://www.xeque-mate.com.br/blog.htm

3-       KOTLER, Philip. O Marketing sem Segredos, trad. Bazan Tecnologia e Linguistica. – Porto Alegre: Bookman, 2005.

Identidade Visual: Porque mudar?

março 15, 2009 by Gil Lemos  
Filed under Marketing

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As expectativas do mercado em relação à qualidade vão além do atendimento e/ou produto oferecidos. As pessoas estão carentes de sentimento, já que, o contato humano está cada vez mais digitalizado. O consumidor quer, acima de tudo, sentir: o que compra, usa, deseja. Vender experiências é o grande filão que o mercado atual tende a explorar.

Se por um lado existem os benefícios tecnológicos por outro emerge o caos das relações interpessoais. Seja pela loucura do trânsito, ou o medo da violência, ou ainda pela própria necessidade inerente do ser. Os consumidores estão identificando as empresas como diferenciadas na medida em que conseguem experiências prazerosas no momento da compra.

A identidade visual de uma empresa vai além da marca, estrutura, produtos e serviços. O que identifica uma instituição é a sua “Estética de Marketing”, ou seja, características de marketing em todos os aspectos visuais e experimentais que valorizem os produtos e/ou serviços oferecidos, gerando valor agregado a empresa e fortalecendo sua marca.

Para o sucesso de qualquer empreendimento é importante saber quando mudar. Mudar de atitude, de produto e até de identidade. Alguns fatores são considerados direcionadores para gerenciamento de identidade. São eles:

  • Fidelidade baixa ou perda de participação no mercado;
  • Imagem ultrapassada;
  • Imagem inconsistente;
  • Novos produtos, novas extensões de linha e novos serviços;
  • Mudança no panorama competitivo;
  • Mudança em características de clientes;
  • Entrada em novos mercados;
  • Recursos mais amplos.

A identidade de uma empresa é tão importante quanto seu faturamento. Pois, sem uma identificação definida o mercado não distingue “A” de “B”, ou seja, perde-se o diferencial e fortalece-se a concorrência. Se uma empresa não tem valor agregado, seu produto também não tem. Isso interfere diretamente nas vendas que tendem ao decréscimo.

Para criação de uma marca são necessários muito mais do que uma caneta na mão e uma idéia na cabeça. É fundamental o embasamento em pesquisas de opinião, cenário econômico, análise de cores, etc.

A identidade visual de uma empresa deve ser criada com cautela. Pois, uma marca mal feita, pode ser o começo do fim de uma empresa. E como os consumidores prezam pela experiência já terão expectativas ruins de consumo se a marca não for capaz de transmitir os alicerces que sustentam a empresa.

A marca deve ser a alma da instituição. Não apenas um conjunto de traços e tipologias dever ter um contexto profundo que ao mesmo tem é claro e significativo. Marcas como a Coca-Cola e Nike, representam de tal forma suas instituições que traços soltos com características das mesmas, levam o consumidor a uma identificação quase que instantânea do produto, e assim vem o desejo da compra.

Fonte

BERND, Schmitt[et al]. A estética do Marketing; trad. Lúcia Simonini – São Paulo: Nobel 2002

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