O profissional do século 21
O profissional do século 21 deve ser mais que especializado. Deve ser “multicompetente” em outras palavras, deve ser o melhor em sua área e ser muito bom em outras atividades que complementem sua especialidade.
“Não basta apenas ser bom. É preciso ser o melhor.” Profissionais que seguem essa diretriz são os mais visados pelas empresas. Para atingir o sucesso na carreira o indivíduo deve ter uma inquietude natural, vocação para o novo, busca incessante por conhecimento e por interação.
Características como liderança, flexibilidade e comunicação, são pilares que fundamentam o perfil mais procurado pelo mercado atual. Além disso, maturidade emocional, capacidade de trabalhar em equipe, visão global, são preceitos que tornam o candidato apto a uma carreira gerencial se formos adiante focando a área executiva adicionemos ainda, características como, iniciativa, experiência internacional, aprendizado constante. Dessa mistura teremos o multiprofissional, ou, em outros termos, o profissional ideal para galgar os mais altos cargos e salários que o mercado oferece.
Parece difícil aliar tudo isso? Não é para menos. Os mais altos executivos do planeta têm essas, raras, características, e, por isso, tão valorizadas. O que o mercado procura, são pessoas que dêem as empresas novas possibilidades. Para isso, é necessária extrema competência e dedicação, além, é claro, de uma visão diferenciada capaz de transformar desafios em oportunidades.
Investir na carreira é essencial para espera crescer profissionalmente. Cursos de especialização e idiomas podem dar uma incrementada no currículo, especialmente se forem feitos no exterior. Para aqueles que não puderem ir tão longe, por enquanto, recomenda-se duas ou mais especializações e fluidez em 2 ou três idiomas, pelo menos.
Muita leitura, disciplina e força de vontade podem levar você ao ápice na carreira. Mas não espere colher todos frutos de uma vez; trabalho duro e dedicação podem fazer você perder uma ou outra possibilidade de se divertir. No entanto, o futuro guarda surpresas e quanto mais cedo às sementes forem plantadas mais rápido o fruto será colhido e saboreado.
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Fonte
FURTADO, Jonas e CARDOSO, Rodrigo. A exigência por profissionais multicompetentes é cada vez maior no mundo corporativo. Saiba quais as habilidades mais valorizadas. ISTO É, p. 83, 09.jul.08
Seja uma marca de si mesmo!
Prepare-se para um mercado cada vez mais competitivo e que vai exigir de você um destaque ainda maior. Ser bom, agora, é obrigação, portanto, o que diferencia um ou outro candidato é a capacidade de demonstrar suas qualidades.
Mas se você está chegando ao mercado agora, não se desespere. Existem áreas em crescimento que não tem mão de obra qualificada e precisam ou vão precisar em breve de profissionais preparados, como é o caso das áreas ligadas a TI (tecnologia da informação), Reciclagem e Energias alternativas. O importante para um candidato é estar focado e preparar-se para o cargo que deseja ocupar.
Para ingressar no mercado de trabalho o candidato deve estar ciente de suas aptidões e, a partir disso, buscar qualificação. Estudar constantemente é uma vantagem competitiva valorizada pelas empresas. No entanto, é fundamental estar atento as exigências mercadológicas.
Alguns conhecimentos são primordiais. Na maioria dos casos, o domínio de pelo menos um idioma estrangeiro ajuda muito, alguma especialização valoriza ainda mais o currículo, boa escrita é fundamental. Contudo o mais importante é demonstrar interesse e capacidade para ocupar o cargo. Ou seja, deve-se ter um bom Marketing Pessoal.
O empresário Roberto Justos, em entrevista concedida a revista Você S/A, afirma que o melhor marketing pessoal que um profissional pode fazer é entregar resultados surpreendentes. 1
Qualidade é a segunda palavra mais procurada nas empresas. Pois, antes da qualidade, vem o fator apresentação. Em outros termos podemos dizer que o produto se mostra primeiramente pela embalagem, no entanto, em um segundo momento, o conteúdo deve ser condizente com o que for apresentado e, se possível, surpreender.
O site www.algosobre.com.br, apresenta 10 razões para motivar profissionais, em busca de oportunidades no mercado, a desenvolver um plano de marketing pessoal. São elas:2
Razão 1 - um plano de marketing é como uma “receita de bolo” que pode ser elaborado em poucos dias, e seu conteúdo, na maioria das vezes, é formado por idéias práticas e de fácil aplicação, portanto, comece agora! Razão 2 – o tempo corre contra você, quanto mais rápido implantar seu plano de marketing, mais rápidos serão os resultados para sua carreira. O que está esperando? Razão 3 – provavelmente você já tem inúmeros concorrentes promovendo suas respectivas carreiras no mercado, e você está ficando para trás. Não espere mais! Razão 4 – marketing pessoal é um hábito, e você precisará de tempo para se habituar a essa nova maneira de agir em sua vida, portanto, corra! Razão 5 – marketing pessoal cria novas oportunidades de negócios, e novas oportunidades de negócios, geralmente, significam mais dinheiro. Então aja agora! Razão 6 – um plano de marketing pessoal pressupõe que você conquistará outros ciclos de amizade, isto certamente dará uma nova perspectiva de prazer e satisfação a sua vida pessoal e profissional. Mexa-se! Razão 7 – o plano de marketing pessoal traz reconhecimento social pelos anos de esforços, estudos e trabalho. O que está esperando, ande! Razão 8 – maior status social é o que obterá com o sucesso profissional conseguido através de seu plano de marketing pessoal. Vá em frente! Razão 9 – a realização de seus sonhos de consumo, de seus sonhos de viagem e de muitos outros sonhos, poderá ser conquistada através do sucesso obtido com o marketing pessoal. Apresse-se! Razão 10 – a realização profissional traz uma sensação superior de satisfação. É como conquistar o cume do Everest, algo inexplicável. Porque você não tenta iniciar agora o seu desafio pessoal? Mas é preciso dar o primeiro passo. Aja agora!O bom profissional é aquele que se distingue dos demais por desenvolver tão bem sua imagem que se torna uma marca de si mesmo. De acordo com Kotler(2005):3
“Uma pessoa pode ser vista como uma marca. Certamente Madonna, Michael Jordan e Jim Carrey são marcas. Uma marca é um conjunto de associações que temos sobre um produto ou pessoa. Nesse sentido, as pessoas podem tentar desenhar e gerenciar sua marca, ou seja, gerenciar o que comunicam sobre elas próprias para os outros.”
Um exemplo disso é o caso do rei do pop, Michael Jackson. Sua marca é tão forte que após sua morte uma das expressões mais citadas é: “Foi-se o astro, nasce o mito.” Mesmo diante de arranhões em sua imagem, causados por processos de pedofilia, dos quais foi absolvido, e uma vida de escândalos, sua marca foi tão forte que seu álbum Thriller, ainda hoje, é o mais vendido da história.
Para se destacar em uma entrevista de emprego, tenha em mente que o profissional é um produto e deve vender suas qualidades da melhor forma possível. Ou seja, para a empresa a contratação de um funcionário deve ser vantajosa. Assim, espera que o empregado possa gerar resultados, surpreender a chefia, ter bons relacionamentos, sendo, portanto, uma marca de si mesmo.
Fontes:
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1 – BOTONNI, Fernanda. Você está contratado! VOCÊ S/A, ed.132, p. 61, Editora Abril, jun. 2009.
2 – http://www.algosobre.com.br/marketing/marketing-pessoal-10-razoes-para-comecar-agora.html, Acesso em: 28/06/2009
3 – KOTLER, Philip. O Marketing sem Segredos, trad. Bazan Tecnologia e Linguistica. – Porto Alegre: Bookman, 2005.
Plano de Presença online

Com a internet os meios de comunicação não são mais unilaterais. A exposição dos produtos na mídia necessita do feedback do consumidor, pois, essa é uma das exigências básicas impostas pelo avanço tecnológico. Segundo o site Webinsider:
“Antigamente, os canais de comunicação eram “unilaterais”. A mensagem era enviada e deveria ser absorvida pelo grande público. Não gerava troca de experiências, muito menos feedback por parte de seus interlocutores. Ou seja, as marcas falavam de si e apresentavam seus produtos de forma parcial, destacando sempre suas qualidades e criando situações, parte das vezes, irreais. Com a internet esse “formato de comunicação” vem perdendo espaço. A web não democratizou apenas o acesso à informação, mas permitiu que vários novos canais surgissem. Canais de vários tamanhos e formatos. Alguns estruturados e de grande porte, outros tão pequenos como uma pessoa em relação à população de um grande país. Mas todos com sua própria audiência. Com isso novas vozes são ouvidas e as marcas perderam a força absoluta que detinham de falar de si próprias sozinhas. Agora, a comunicação passa a ser “bilateral” ou interativa, como dizemos atualmente, e todos, que outrora só podiam ouvir, agora também têm espaço/oportunidade para falar. Portanto, mais importante do que falar, as empresas agora se preocupam em conversar com seu público. O estímulo gerado não é limitado à compra (embora este permaneça sendo o objetivo final), mas à interação, que acaba ocorrendo em vários níveis, permitindo às empresas interagir com seu mercado consumidor de uma maneira muito mais profunda e lucrativa.” 1
O plano de presença on-line (PPO) estabelece a melhor forma de interagir com os diversos canais de mídia disponíveis para obter o melhor resultado possível. A interação com o cliente é um dos pontos estudados no PPO, bem como, a utilização dos comentários positivos e negativos deixados pelos consumidores de forma a valorizar os pontos fortes e corrigir ou rebater pontos negativos.
Hoje não basta a empresa ter um site, isso é o básico. Para alcançar o sucesso na rede é imprescindível que o site tenha um PPO, para estar visível na rede, por via dos sistemas de busca.
O Plano de Presença online tem como fundamentos principais os 3C: Conteúdo, Comunidade e Comércio.
- Conteúdo: O princípio fundamental para o reconhecimento da empresa. As pessoas precisam perceber os benefícios oferecidos pelo site da instituição, seja por meio de websites, hotsites ou blogs. Por isso, o conteúdo deve ser bem estudado e direcionado ao público alvo da mídia.
- Comunidade: A empresa deve buscar a maior interação possível com seus clientes ou prospects. Sistemas de SAC, ou formulários de comentários/sugestões são fundamentais para que o cliente expresse suas impressões sobre o site, portanto esses canais devem ser valorizados e direcionados estrategicamente a melhorias dos produtos e serviços oferecidos.
- Comércio: No momento em que a empresa é reconhecida pelo público, as negociações começam a surgir. Neste ponto é importante ter respostas rápidas e eficientes para fortalecer as relações de compra. Utilizar um sistema e-commerce é interessante, mas ainda não é fundamental. O importante é que o site ofereça canais que possibilitem ao internauta o acesso a informações orçamentárias, e conclusão de compra. Observe que isso pode ser feito inicialmente via formulário de contato, e posteriormente por telefone (para fechar o negócio), não necessariamente exigindo um sistema de vendas online. O site xeque-mate afirma que:
Que a Internet é um meio importante para divulgação de produtos e serviços todo mundo sabe, o que é pouco discutido é a forma como o visitante deve se relacionar com uma marca. Planejar a presença virtual de uma empresa é a chave para o sucesso de qualquer estratégia on-line. Antes de pensar no layout do site você tem que pensar em como vai ser a experiência on-line da empresa, ou em bom “corporativez”, o Plano de presença. O plano de presença vai abordar o que vai ser feito para atrair visitantes para seu site e como fazer para que retornem mais vezes e você possa iniciar um diálogo. Chamamos essas duas respectivamente de: Presença ativa - Toda ação que tem como objetivo atrair visitantes para a presença receptiva. Isso inclui propaganda, ações de marketing viral, promoções, indicações, e-mail marketing e marketing de permissão. Essas e outras estratégias serão abordadas em outras matérias. Presença receptiva - Tudo que estará disponível on-line para funcionários, clientes, parceiros e fornecedores. Ex: O site institucional da empresa, uma extranet com ferramentas de comunicação para integrar funcionários de várias filiais ou uma loja virtual. A premissa básica da presença receptiva é: Todo visitante precisa ser bem atendido, do “heavy user” (o famoso Nerd) que navega vinte horas por dia ao usuário mais tecnofóbico, do consumidor freqüente ao marinheiro de primeira viagem. 2Kotler, já afirmava em 2005 que a internet é uma mina de ouro de informações sobre mercados, consumidores, varejistas, concorrentes e produtos. Segundo ele, as pessoas estão muito pressionadas pelo tempo e a internet oferece ótimas informações para avaliar ofertas e fazer encomendas de maneira conveniente. As empresas podem pesquisar mercados, clientes e concorrentes, além de distribuidores, revendedores e fornecedores pela internet3
A internet é o meio de comunicação com maior abrangência da atualidade, pois, o acesso pode ser feito de qualquer ponto do Globo, dessa forma, é importante dar a relevância necessária a esse canal de comunicação. Empresas de mídia impressa, televisiva e radio difusora já utilizam esse meio como forma fortalecer seus serviços. A internet não representa mais o futuro. Pois é o presente, o hoje, o agora e deve ser utilizada com sabedoria, pois pode representar o sucesso ou o fracasso dos negócios.
Fontes
1- http://webinsider.uol.com.br/index.php/2009/04/02/o-que-e-um-plano-de-presenca-online/
2- http://www.xeque-mate.com.br/blog.htm
3- KOTLER, Philip. O Marketing sem Segredos, trad. Bazan Tecnologia e Linguistica. – Porto Alegre: Bookman, 2005.
Vender depende da escolha
Toda empresa deve preencher com cuidado o seu quadro de funcionários. A equipe de vendas deve estar motivada, ter habilidade em negociação e ter capacidade de persuasão. A tarefa em reconhecer essas características nos candidatos à vaga não é das mais fáceis, no entanto, vale ressaltar que algumas dicas podem ajudar na execução de um recrutamento bem sucedido.
Segundo o Ayres(2007) o bom vendedor deve ser reconhecido por possuir pelo menos oito características essenciais a venda.
1 – Saber influenciar o cliente
2 – Ter iniciativa e comprometimento com metas e objetivos
3 – Empenhar-se em entender os outros
4 – Ser comprometido com a satisfação do cliente
5 – Ter autoconfiança
6 – Relacionar-se com facilidade
7 – Desenvolver a capacidade de análise
8 – Ter conhecimento técnico e buscar novas informações
Muitos desses conhecimentos podem já estar presentes no candidato, entretanto, dificilmente a empresa saberá avaliar de forma coerente todos eles. O importante é saber se o candidato possui conhecimento de vendas e negocial, pois com essas duas características aliadas ao interesse, qualquer um pode tornar-se um bom vendedor.
Muitos cursos são oferecidos na área de vendas, uma dica para o setor de RH é verificar se o candidato já fez algum curso na área e se tem experiência. O conhecimento das técnicas de venda e atendimento com excelência pode valorizar o candidato. No entanto, a análise deve ser criteriosa e feita por profissionais de RH com know-how para a avaliação. Até porque, o empregado é visto pelo cliente como a imagem da empresa, portanto se o atendimento falha, toda a empresa falha, pois o consumidor não dirá que foi mal atendido pelo funcionário X ou Y e sim pela empresa.
È interessante sondar o interesse em se trabalhar na área de vendas, pois mesmo que o candidato cumpra as exigências inerentes ao cargo, sem motivação não terá a produção satisfatória.
Atenção! Ainda segundo o Ayres(2007), Bons vendedores geram a maior parte das vendas. Cerca de 30% doas vendedores geram 60% das vendas. Portanto, uma cuidadosa seleção de vendedores pode aumentar o desempenho geral das vendas da loja.
Fonte
AYRES, Alexandre. Boas Vendas! Como vender mais e melhor no varejo, Brasília:SEBRAE:Futura, 2007
O fracasso do desconhecer!
O mercado atual está se tornando cada vez mais competitivo, pois, a internet facilita a pesquisa de preços e torna insignificantes as distâncias. Dessa forma, o consumidor pode comparar produtos de várias empresas sem sair de casa. Ter um diferencial nunca foi tão importante e o atendimento torna-se um dos diferenciais mais procurados pela clientela, afinal, agrega valor à marca e respeito à empresa.
O sucesso de uma empresa depende, não apenas, do atendimento, como também de ações fundamentadas em estudos e não apenas na experiência pessoal de cada um. Sendo assim, fica evidente, a falta de planejamento, como principal fator causal das experiências do insucesso empresarial.
A era da informação também pode ser considerada, era do cliente, muitos autores já tem empregado esta terminologia o que indica uma tendência mundial.
Segundo o Small Business Administration Program, que, nos Estados Unidos, faz papel de Sebrae, enumera aqueles como os dez pecados capitais cometidos por empreendedores mal-sucedidos¹
• Falta de Experiência
• Falta de capital para investimento
• Má localização do empreendimento
• Mau gerenciamento do estoque
• Investimento excessivo em patrimônio fixo
• Falhas na administração de crédito
• Uso pessoal de fundos do negócio
• Crescimento não esperado
• Competição exacerbada ou mercado com baixa perspectiva
• Vendas baixas
O Brasil classifica-se em sexto lugar no ranking dos países empreendedores, participando desse mercado com 13,5%, informou o Diário do Nordeste. No Brasil, 42% das empresas são abertas por oportunidade de mercado. A média mundial é de 61%. Em países como a França este percentual chega a 97%. Esses números foram apresentados pelo gerente da unidade de orientação empresarial do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae nacional), Octávio Knaack.
A pesquisa do Sebrae nacional enumera os principais motivos de fechamento de empresas no Brasil. A falta de capital de giro, com 26,3% classifica-se em primeiro lugar; seguido por falta de cliente, 21,1% e carga tributária elevada, 17,5%. “Os fatores que levam ao fracasso empresarial são diferentes dos indicadores de sucesso”, analisa o gerente de orientação empresarial do Sebrae. ²
Conhecer o erro cometido por outros empresários é um bom começo para atingir o sucesso, errar é comum, entretanto, o conhecimento é uma poderosa ferramenta para crescer no mercado, e até mesmo, na vida. Saber onde está e aonde pretende chegar, saber o que a concorrência tem a oferecer, dentre outros fatores, são os primeiros passos para empreender.
Fonte 1 - PIMENTEL, Alex. Curso de Empreendedorismo - São Paulo: Digerati Books,2008 2- Pequenas Empresas & Grandes Negócios - Disponível em: http://empresas.globo.com/Empresasenegocios/0,19125,ERA591940-2674,00.html Acesso em: 19 de out.2008

