O valor do preço.
O preço de um produto é definido por diversos fatores como qualidade, durabilidade, material, praça, público alvo, etc. Entretanto, quando o cliente usa o preço como parâmetro para comparação, indica que, entre os produtos e/ou serviços avaliados, as características são muito próximas ou praticamente inexistentes. Dessa forma, o que realmente faz o preço, considerado “justo”, é o valor agregado a um produto ou serviço, ou seja, o valor que o cliente percebe como diferencial entre este ou aquele produto ou serviço.
Segundo Kotler (2005) existem sites na internet, como por exemplo, o priceline.com, onde os compradores informam quanto estão dispostos a pagar por uma viagem aérea ou um hotel, esperando se algum vendedor está disposto a aceitar o preço. Daí se observa claramente outra tendência em relação ou preço: A influência da internet.
Há uma década, a diferença de preços entre produtos similares poderia chegar a 50%, hoje, porém, ainda segundo kotler (2005), a empresa terá sorte se conseguir 15% a mais. Isso se deve a hipercompetição global, que possibilita maior transparência de preços na internet.
O ideal é que a empresa busque informações mercadológicas pertinentes, para aplicar em sua área de marketing, agregando valor aos seus produtos e/ou serviços. Com isso, sua marca ganha fôlego e, mesmo com a concorrência oferecendo preços inferiores, boa parte da clientela, ainda permanecerá comprando o produto, por acreditar que este, tem maior valor agregado e, por isso, vale à pena pagar um pouco a mais para levar um produto com diferencial para casa.


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