Cliente: Princípio e Fim
Já passou o tempo em que os clientes eram meros espectadores do mercado, as informações se concentravam nas mãos daqueles que produziam e o mercado ditava as regras. Com revolução tecnológica iniciada nos anos 80, em plena guerra fria, um sistema inicialmente criado com fins militares, a internet, surgiu e se desenvolveu possibilitando a comunicação instantânea entre pessoas de todos os pontos do globo. Dessa forma os clientes tornaram-se mais exigentes e o mercado de varejo teve que rever seus conceitos.
O cliente tornou-se mais consciente, assim, o mercado tenta se adaptar as exigências e agregar valor aos seus produtos e serviços. No Brasil o número de lojas registradas chega a um milhão, essas lojas totalizam vendas superiores a R$100 bilhões. Entre as 100 maiores empresas no Brasil, 12 pertencem ao ramo varejista¹. Segundo dados da Revista Exame a Wal-Mart, a maior rede varejista do planeta, símbolo do capitalismo americano, ameaça roubar a posição de liderança da GM em faturamento e que – em 2010 – o varejo deve faturar cinco vezes mais do que fatura hoje²
Fonte 1 “Varejo no Brasil gestão estratégica”, Juracy Parentes, Editora Atlas 2 “O poder do varejo”, Revista Exame, Editora Abril: Edição 725 – 18/10/2000


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