A internet e a revolução das logomarcas
abril 30, 2010 by Gil Lemos
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A força de uma marca é reconhecida no momento em que suas características primordiais trazem de imediato a imagem da empresa ha mente dos consumidores. Claro que não basta apenas criar uma boa marca é preciso divulgá-la e fundamentar sua imagem aos conceitos da empresa. Pois, só assim é possível ligar uma coisa na outra.
Para se ter uma idéia, alguns exemplos simples como a cor laranja, que nos lembra o Banco Itaú, as curvas da marca coca cola, e a logo da Nike que por sua simplicidade nos leva facilmente a lembrar da empresa.
No meio publicitário muito se fala sobre simplicidade dos traços, padrão de cores, tamanhos e formas básicas. Contudo, algumas marcas fogem do convencional e conseguem destaque, mesmo quebrando os diversos paradigmas que cercam os centros de criação.

Segundo o site www.cidadedaslogos.com a logo acima contem 25 símbolos, todos ligados a produtos ou à vida. A Unilever conseguiu representar sua grandeza. Esse novo logo é formado por vários símbolos, cada um com o seu significado. Eles são organizados de tal maneira que se encaixam e se completam, o que a Unilever conseguiu com isso? Um ícone que representa “tudo”.
Além do “U” com muitos significados, a tipografia do nome também mudou. Passou de uma fonte com serifa para uma fonte manuscrita que reflete as curvas e formas dos 25 símbolos.
Veja abaixo uma lista com o significado de cada um deles.
Fontes: www.unilever.com.br, www.underconsideration.com
Um impulsionador para as novas formas é o aumento constante do uso da internet e a Web 2.0, que exige traços mais arrojados e formas mais dinâmicas, para isso recursos em 3D, reflexos e desenhos mais trabalhados, ganham força na área de design e transformam, de forma significativa, o mundo das artes digitais.

Diante dessa nova realidade, a internet mostra o poder que tem. Agora, mais do que nunca, profissionais de marketing e de design devem buscar alternativas criativas para atingir o consumidor de forma efetiva.
A simbologia das marcas ainda permanece forte, contudo, as formas e as cores não são as mesmas de outrora, é ora de inovar, de buscar, de sentir o que se espera.
O público quer mais que um produto, uma marca, uma empresa. O consumidor do século XXI quer experimentar algo novo, e que, de alguma forma, acrescente algo importante em sua vida.
As dimensões de uma marca
julho 30, 2009 by Gil Lemos
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Uma logomarca representa de forma visual os principais conceitos de uma instituição. Assim, a criação desse símbolo gráfico depende de um estudo detalhado sobre o pensamento da empresa, o que deve resultar na tradução fiel de sua essência.
Simplicidade é crucial para o entendimento e utilização da marca. Quanto mais complexa a marca, menor será o grau de percepção do seu todo e maior o custo de reprodução em peças publicitárias.
Para se ter uma idéia basta ver as diferenças de marcas consagradas no decorrer do tempo. Para isso o site www.chmkt.com.br apresenta a evolução das marcas no link: http://www.chmkt.com.br/2009/03/evolucao-das-marcas.html
Observa-se na história de uma marca que, na maioria das vezes, ela surge com formas complexas, porém, no decorrer do tempo, torna-se mais leve e simples.
Para uma compreensão precisa sobre o processo de criação de uma marca, segue abaixo, as principais dimensões que formam esse símbolo.
- Forma:
O poder da forma pode ser determinante na aquisição de um produto ou mesmo na opção por uma marca. Antes mesmo de perceber do que se trata, a forma do produto ou marca é apreciada pelo consumidor que busca conceitos de valor na maneira como um produto ou marca se apresentam.
Formas arredondadas podem sugerir modernidade, ao contrário, da utilização de ângulos e retas que sugerem conservadorismo. Mas, cuidado! Cada produto deve ter sua personalidade e todas as personalidades devem sugerir a mesma estética da marca.
- Tipologia
Quando falamos de tipo estamos nos referindo a uma determinada família de letras como, por exemplo: arial, verdana, Times, etc. Tipologia é o estudo da formação dos tipos e tipografia é a forma impressa dos tipos. Dessa forma podemos dizer que um bom design é aquele que utiliza bem as potencialidades da tipografia
Para se ter uma boa marca, não precisamos necessariamente, da utilização de letras, pois, podemos usar apenas o símbolo gráfico para representar a instituição tendo como resultado uma logomarca. No entanto, caso haja a necessidade da utilização de letras cria-se um logotipo.
É importante a sensibilidade e análise do profissional de criação para que a utilização de tipos tenha sua total eficácia. Uma boa marca deve ficar bem tanto em um avião, quanto em um chaveiro. Em outras palavras, a marca é boa quando é nítida e representa satisfatoriamente as idéias da empresa, mesmo diante de várias proporções e/ou tons monocromáticos.
- Simetria
A simetria dá a marca certa leveza. Uma marca simétrica passa equilíbrio ao expectador e pode servir como fator-chave em relação a conceitos como tranquilidade, retidão, firmeza, etc. No entanto, uma assimetria calculada pode realçar o fator individual de uma marca.
- Proporção
A maior importância da proporção está nas variações de uma marca. Para evitar perda de identidade visual a marca deve seguir categoricamente suas proporções. Esticar uma marca ou alterar sua forma é um erro grave e deve ser evitado a todo custo. Caso seja necessário a alteração de algum aspecto de uma marca, todo material publicitário deve estampar a “nova logo” e uma campanha deve ser feita para a fixação da mesma na mente do público.
- Tamanho
Essa dimensão tem importância crucial na formação de uma marca, já que transmite sensações bem definidas. Assim, formas grandes, compridas ou largas são percebidas como poderosas e fortes, enquanto formas pequenas, curtas ou finas, parecem delicadas e frágeis.
Atenção para a utilização do tamanho para criação de uma marca, pois a depender da cultura o forte pode ser sinônimo de bruto e antiquado, enquanto que o fraco ou fino, pode ser sinônimo de inteligência e modernidade.
- Cor
Existem vários estudos sobre a psicologia das cores. Cada cor passa sensações imediatas assim que é captada pela visão. Existem variações de percepção a depender do contexto, mas, na maioria das vezes, as cores são percebidas de formas muito bem definidas. Para mais informações veja o link abaixo.
http://www.lsc.ufsc.br/~edla/design/cores2.htm
A criatividade é importante, mas deve ser guiada pela da análise conceitual da instituição. Lembre-se que a primeira impressão é a que fica, então, fique atente a impressão que as pessoas tem sobre sua marca pois, é esse sentimento que vão guardar sobre sua empresa.
Fontes
- Chmkt – A evolução das marcas – http://www.chmkt.com.br/2009/03/evolucao-das-marcas.html
- BERND, Schmitt[et al]. A estética do Marketing; trad. Lúcia Simonini – São Paulo: Nobel 2002
- LSC-UFSC – Introdução ao Design:Tipografia/Tipologia – http://www.lsc.ufsc.br/~edla/design/design.htm
O poder das redes sociais!
abril 9, 2009 by Gil Lemos
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As redes sociais estão em evidencia nos congressos de publicidade. O mercado de mídia está de olho nessa área que cresce de forma surpreendente. Nas redes sociais é possível a interação mais informal com o consumidor que se torna mais vulnerável a exposição da propaganda.
Interagir com o usuário é o segredo quando se trata das comunidades sociais, elas possibilitam que o internauta diga o que pensa, sente ou faz. Blogs, microblogs e comunidades online ainda têm como chamariz o fato de que amigos de muitos anos, cujo contato fora perdido, podem ser encontrados e, assim, laços rompidos são refeitos. Essa possibilidade torna as comunidades pontos de encontro virtuais. Segundo a webinsider1
‘Nove entre dez eventos sobre mídia interativa tratam do tema web 2.0 e o “poder das redes sociais e do conteúdo gerado pelo consumidor”. É fato que realmente esse tipo de site ganhou importância no mundo todo, inclusive no Brasil, onde temos o Orkut como site mais visitado do país, o MSN Live Messenger com 30 milhões de usuários, o YouTube bombando, a ponto do Google ter criado uma versão em português (só outros oito países têm o privilégio de contar com uma versão local) e Flickr (site de compartilhamento de fotos do Yahoo) crescendo cada vez mais e agora também com versão em português. ‘Apesar das possibilidades ainda existe uma incógnita que precisa ser decifrada: Qual a melhor estratégia de interação que deve ser utilizada nas redes sociais a fim de maximizar os resultados da mídia? De uma forma geral as campanhas publicitárias exibidas em redes sociais tem tido resultados conflitantes. Ou seja, ou geram um excelente resultado ou simplesmente geram resultados insignificantes. A revista digital info afirma que: 2
“Para fazer uma campanha nas redes sociais, não adianta apenas ter uma idéia, mostrar ao consumidor e esperar que ele compre produto. É preciso interagir com esse consumidor, na opinião de Adilson Batista, vice-presidente executivo da Wunderman, e Paulo Sanna, diretor de criação da McCann Erickson. De uma forma geral, as empresas ainda estão tentando entender como funciona a interação com as pessoas nas redes sociais, diz Bastista, da Wunderman. Segundo ele, a maioria das ações nas mídias sociais ainda está focada no público jovem, que é heavy user de internet, e os geeks, fãs de tecnologia. “Mas não é somente o jovem que utiliza internet. Então, provavelmente será possível no futuro amplificar essas ações para outros segmentos.”‘Os números são animadores em relação ao potencial das comunidades virtuais. Mesmo o meio corporativo já percebeu esse canal de comunicação e empresas já estão entrando no twitter, Orkut, facebook e myspace a fim de divulgar seus produtos e marcas de uma forma mais informal e receptiva. Em relação ao crescimento do acesso as redes sociais o G1 informa que: 3
“É isso o que mostram os números do Ibope Nielsen Online: na internet residencial brasileira, o Twitter passou de 225 mil visitantes únicos em janeiro de 2009 para 344 mil em fevereiro – crescimento de 52,8% em um mês. No início do ano, o Orkut teve 17,5 milhões de internautas domésticos (mais de 70% dos usuários residenciais ativos no país), MySpace chegou a 1 milhão e Facebook teve 900 mil — todas as páginas, diz o Ibope, apresentam crescimento”O fato é que a tecnologia não tem afastado as pessoas como se pensava, ela aproxima de uma forma diferente. O contato virtual já virou mania e as redes sociais são ponto de encontro para trocar informações, conversar ou mesmo marcar um encontro. A sociedade está carente de contato humano, entretanto as redes sociais estão aproximando as pessoas que já não sentam na porta de casa para jogar conversa fora, ou jogam baralho até tarde com os amigos. No mundo digital o computador é o elo que liga cada ser humano. Diante da máquina o ser encontra a sua essência e, ás vezes, sua cara-metade. O melhor de tudo é que, protegidos pelo inicial anonimato, a timidez se desfaz e as pessoas se encontram realmente mesmo que de forma virtual.
Fontes:
1- http://webinsider.uol.com.br/index.php/2007/09/26/publicidade-nas-redes-sociais/
2- http://info.abril.com.br/noticias/internet/nas-redes-sociais-consumidor-e-superstar-30032009-43.shl
O Turismo começa na rede.
março 1, 2009 by Gil Lemos
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O potencial turístico brasileiro é enorme e pode ser explorado de forma mais efetiva com a ajuda da internet. Hoje, já é possível comprar passagens, ver distâncias entre as cidades, fazer reservas em hotéis, e até comprar pacotes turísticos, sem sair de casa. Muitas viagens são programadas totalmente pela rede, pois, diante de seus computadores, clientes buscam os melhores destinos, locais de hospedagens, passeios disponíveis, etc. Ou seja, ao visitar sites que oferecem serviços ligados ao turismo, medem os parâmetros de custo-benefício e finalizam o processo de compra diretamente no site. Segundo a revista Yahoo Insider (2007): 1
A internet é hoje a maior plataforma para busca de informação sobre pacotes turísticos e condições de pagamento para quem deseja viajar. Segundo a pesquisa Webshoppers, elaborada pela E-bit com apoio da Câmara E-net, referente a agosto e setembro deste ano, 62% dos entrevistados afirmam colher na web detalhes sobre valores e destinos. O número é maior do que aqueles que visitam as agências (51%). Campo promissor para o segmento de turismo expandir seus negócios. “A Internet é o meio de maior afinidade com o (nosso) público-alvo”, garante Márcia Galvão, gerente de vendas para o Brasil da Emirates, companhia aérea que inaugurou suas operações no país em outubro deste ano. Com a possibilidade de mensuração dos resultados, a empresa consegue identificar o ROI (Return on Investment) de cada ação e realizar otimizações ao longo das campanhas, “sempre objetivando as melhores relações custo-benefício”. Estar presente na internet é essencial para incrementar os negócios. Se a empresa for do ramo de turismo a necessidade é ainda maior. O Site, ao demonstrar o produto por meio de recursos multimídia, é um importante instrumento para exibição e criação do conceito do produto. O cliente tem a possibilidade de obter um volume muito grande de informações, de acordo com suas necessidades.Segundo Nakamura2, Como uma Central de Atendimento aberta 24 horas, o site permite ao usuário obter toda sorte de informações, podendo fazer comparações entre serviços e preços na mesma área. Também poderá interagir com a empresa, seja por meio de mensagens eletrônica (e-mail), formulários, programas de mensagem instantânea (MSN) ou vídeo-conferência.
Considerar uma estratégia de internet pode ser a o que falta para o crescimento expressivo da empresa. As vendas pela internet crescem a um ritmo frenético, o que tem motivado o varejo. Segundo a folha online (2008): 3
“O faturamento do comércio eletrônico no Brasil deve fechar o ano com crescimento de 35% sobre 2007, aponta relatório divulgado nesta quarta-feira (15) pela consultoria e-bit. De acordo com o levantamento, as vendas on-line devem atingir faturamento de R$ 8,5 bilhões. A consultoria afirma que o resultado no comércio eletrônico está relacionado ao aumento no número de consumidores, que cresceu 42% de janeiro de 2007 a junho de 2008. “Isso significa que as lojas virtuais conquistaram cerca de 3,5 milhões de novos compradores. Só no primeiro semestre deste ano o faturamento foi de R$ 3,8 bilhões”, afirma a e-bit. Atualmente, mais de 11,5 milhões de pessoas, segundo a consultoria, já experimentaram comprar algum tipo de produto pela internet.”Fica claro diante das tendências mercadológicas e de publicidade que a mídia on-line é uma realidade que alcança um número cada vez maior dos usuários que antigamente eram atingidos pela TV.
Estar na internet é fundamental, e mais importante do que isso é saber atingir seu publico alvo de maneira eficaz, pois não basta ter um site, além disso, é preciso oferecer informações claras, interatividade e criatividade para tornar a página atraente ao usuário on-line.
Fontes
1- Yahoo Insider, Notícias e tendências da internet no Brasil e no mundo, Nº11 – Nov/Dez 2007.
Acesso em: http://www.publicidadeyahoo.com.br/pdf/insider/insider11.pdf
2- NAKAMURA, Rodolfo. A internet e o Marketing Turístico,
Acesso em: http://www.slingshot.online.pt/marketing-turistico
3- Folha Online – Acesso em: http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u466667.shtml
Anunciar é interagir.
janeiro 5, 2009 by Gil Lemos
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De olho no “homem digital”, a publicidade tem buscado inovações que possam fluir pela internet. Mídias flexíveis com acesso disponível em smartphones, PDAs, notebooks, consoles ou qualquer equipamento ligado a rede.
A fragmentação da comunicação comercial tornou-se realidade. Com o crescimento da internet, a TV e o Rádio não tem mais a força que tinham. Dessa forma, as marcas e anunciantes buscam soluções inteligentes para atingir, de forma eficaz, o público alvo de suas campanhas.
Segundo, SANTOS (2008)1, os hábitos e atitudes mudaram:
- O consumidor hoje vê o seu programa favorito de televisão no iPod.
- Agenda os seus compromissos e a sua vida pelo PDA(ou telemóvel).
- Faz juras de amor à namorada por SMS.
- Flerta com outras pessoas no Second Life e no Hi5.
O indivíduo que permanece on-line 24 horas por dia, seja por necessidade (trabalho) ou por prazer (lazer), geralmente não encontra tempo para assistir TV ou ouvir rádio, portanto esse público, que está crescendo de maneira quase exponencial, não é atingido pelos meios convencionais de anúncios de massa. Assim, é necessária a utilização de meios digitais como banners, hotsites, anúncios digitais, ou outras mídias que sejam interessantes e despertem, nesse público, o desejo de consumo.
Em 2007, o total de internautas no Brasil avançou 21%, chegando a 40 milhões. Este crescimento foi ocasionado pelas vendas de computadores, que somaram 10,5 milhões e ultrapassaram, pela primeira vez, o total de aparelhos de televisão vendidos no País. Para o ano de 2008, a expectativa da indústria é de um crescimento de 15%. Neste ritmo, poderemos estimar que no final 2008, o Brasil teve algo em torno de 45 milhões de usuários de internet no país2
Favorecido pelo aumento do acesso a rede, o e-commerce, segundo pesquisa do E-bit divulgada no E-Marketer, o comércio eletrônico dobra de tamanho no Brasil a cada dois anos, e o faturamento do setor foi de aproximadamente R$ 4 bilhões em 2007, crescimento de 43% frente ao ano anterior, e uma cifra quatro vezes maior que o faturamento do e-commerce brasileiro em 2005.
Para se ter uma idéia da importância do comercio eletrônico, veja os números: no Japão, país onde a proporção de internautas compradores é a maior do mundo, 82% dos internautas fazem compras on-line. Nos Estados Unidos, por outro lado, apenas 63% dos internautas fazem compras pela internet. Entretanto, o faturamento do e-commerce americano ultrapassa os US$ 100 bilhões. 3
Pela facilidade de consulta e comparação de preços na internet. O consumidor digital, em sua maioria, pesquisa muito antes de comprar. Outras mídias que vem ganhando destaque no meio são as ligadas a links patrocinados, principalmente em sites de busca como o Google e o Yahoo.
Segundo a SEM Brasil, uma pesquisa, realizada em março de 2008 pela empresa Media-Screen e encomendada pelo Google, analisou o comportamento de usuários brasileiros que compraram produtos de mídia e entretenimento recentemente pela Internet. Dos 603 brasileiros participantes da pesquisa com o perfil analisado, 85% responderam que usaram a Internet no processo de avaliação e compra de serviços de mídia e entretenimento. De acordo com o Business Intelligence do Google Brasil, Gustavo Gasparini, as ferramentas de busca funcionam como portal de entrada para os websites. “No Brasil, 96% dos usuários usam o Google como ferramenta de busca principal para encontrar fontes de informação”, completa Gasparini.
Na pesquisa, foram entrevistados 603 brasileiros usuários da Internet. Dessas 603 pessoas, 57% têm menos de 35 anos, e ficam conectados em média 7 horas e meia por dia. 4
Com tanta informação a um clique de distância fica mais difícil saber para onde direcionar o capital disponível à área de publicidade. Profissionais de marketing e agências, estão se adaptando as tendências atuais de mídia. Contudo, a convergência digital tende a transformar o meio publicitário, pois, assim como a internet, a TV digital possibilitará a interatividade entre anunciante e consumidor. O apelo promocional direto deve influenciar ainda mais o comportamento de consumo e, por isso, as campanhas devem ser mais elaboradas, visto que, poderão dar acesso a vendas instantâneas com feedback imediato do telespectador. 5
Fontes
1- SANTOS, Sérgio H. Novas tendências da Publicidade: Da interrupção à Conversação, Palestra: Lisboa, 29 de Fevereiro de 2008.
2- Coluna Elis Monteiro. Portal RJ Net. Acesso em: www.rjnet.com.br/tecnologiaclassecdominaainternet.php.
3- Blog Doslucas. Acesso em: doslucas.blogspot.com/2008/07/crescimento-ecommerce-brasil.html
4- SEM Brasil: Search Engine Marketing, Acesso em: http://www.sembrasil.com.br/noticias/pesquisa-aponta-que-usuario-usa-buscadores-como-porta-de-entrada-para-outros-sites.html
5- Webinsider, Acesso em: http://webinsider.uol.com.br/index.php/2004/07/15/tv-digital-vai-explorar-o-impulso-de-comprar/


























