Tutorial Photoshop: Reflexo
Para incrementar uma arte é interessante o domínio de inúmeras ferramentas, que vão de programas vetoriais a softwares 3d.
Por isso, conhecer as artimanhas de alguns gigantes do mercado como o Adobe Photoshop é essencial para os profissionais gráficos.
Pensando nisso a Uqmarketing começa aqui uma série de tutoriais semanais na qual disponibiliza o caminho das pedras para o conhecimento, e melhor utilização de muitos programas úteis aos profissionais de publicidade, marketing, ou afins.
Nesse Tutorial segue o passo a passo para utilização do efeito de reflexo no Photoshop CS3.
1 – Para começar abra uma imagem qualquer (de preferência com o fundo alfa), ou, se preferir faça o download da imagem inicial desse tutorial.
2 – Abra o arquivo no photoshop

3 – Pressione Ctrl + J(copiar a imagem em uma nova camada)

4- Você agora tem duas imagens iguais. Uma em cada camada.
Vá ao menu Edit/Transforme/Flip Vertical. A imagem vai ficar na posição invertida verticalmente.

5 – Vamos colocar agora a figura na posição de reflexo. Para isso clique na tecla “V” para ativar a “Move Tool”, ou se preferir clique na barra de ferramentas, é o primeiro item. Agora arraste a imagem para baixo até ficar semelhante à figura abaixo.
6- Adicione uma máscara. Clicando no ícone correspondente na barra de camadas.

7- Com a máscara já criada, inverta a seleção (ocultando a imagem sob a máscara) para isso pressione Ctrl + i. Observe que a copia da imagem que será utilizada como reflexo desaparece.

8- No barra de ferramentas pressione “Gradient Tool”.

9-Com a ferramenta “Gradient Tool” selecionada clique na parte inferior da imagem e arraste para baixo. O resultado deve ser semelhante a Figura abaixo.

10- Atenção a um detalhe. A camada de reflexo está sobre a camada real, para corrigir esse problema pressione Ctrl + Shift + ], ou se preferir clicar na camada do reflexo(na barra de camadas e arrastar para a posição imediatamente inferior a camada Layer zero.

11-Para dar mais realismo é interessante colocar uma superfície atrás da imagem com reflexo. Daí é com você. Uma boa dica é que imagens claras representam melhor superfícies polidas.
Boa Sorte! E não se esqueça de deixar seu comentário ou entrar em contato.

“A arte publicitária é composta por ideias mas sentida pela sutileza detalhes .” (Gil lemos)
Sonho Digital
Encontros virtuais, jogos on-line, celulares semelhantes a computadores, esses são alguns dos costumes atuais de nossa civilização. Foi-se o tempo no qual as crianças desejavam bicicletas, bonecas, ou jogos de tabuleiro. A era digital chegou para ficar e está mudando as tendências de consumo.
Principalmente entre o público jovem, o computador é um dos itens mais desejados que encabeçam a lista de preferência de consumo, demonstrada em uma pesquisa realizada pela BBC Brasil, com 26 mil usuários da internet em 52 países, no final do mês de setembro e no início de outubro de 2008.1 O PC já não é mais uma peça de luxo. Hoje, com a quantidade de informações e processos disponíveis na internet, ele é ferramenta fundamental.
Os governos já perceberam isso, as universidades também e principalmente o mercado. Os investimentos em TI tem aumentado de forma gradual nos últimos anos. Segundo pesquisa da IDC2:
“O volume de gastos em TI no Brasil este ano ficará no mesmo patamar dos cerca de US$ 24 bilhões a serem injetados pela Espanha em 2008. Entre os países emergentes que integram o chamado grupo de nações BRIC (grupo de nações em desenvolvimento formado por Brasil, Rússia, Índia e China)3, o Brasil só fica atrás da China (US$ 64 bilhões) nos investimentos em tecnologia, de acordo com o levantamento.
A região Sudeste do País segue sendo responsável pela maior parte dos investimentos em TI. Gerando praticamente metade do total, com US$ 10,3 bilhões, resultado também estimado para o que será investido por toda a África do Sul em 2008.”
Notebooks, cada vez mais leves, compactos e potentes vem enchendo as prateleiras e os olhos do consumidor que vê no equipamento uma maneira única de unir funções diversas de entretenimento, negócios e internet em um mesmo equipamento. Segundo a BBC Brasil:
“O Brasil aparece em segundo lugar em uma pesquisa sobre o consumo de produtos de entretenimento realizada pela consultoria Nielsen.
Além de um ranking geral, a Nielsen elaborou uma lista para quatro categorias: música, videogames, mídia digital e aparelho mais usado.
Na lista por países, o Brasil ficou atrás apenas das Filipinas na média geral. Por região, a América Latina ficou em primeiro lugar na pesquisa, seguida pela Ásia, pela América do Norte e pela Europa.”
Para se ter uma idéia, segue abaixo a lista dos equipamentos com a maior preferência de consumo.
1º lugar: Computador: 77% da preferência de consumo
2º lugar: TV de Plasma OU LCD: 75% da preferência
3º lugar: CD player 50%
4º lugar: DVD player 48%
5º lugar: Celulares, sem vídeo e/ou internet. 40%
6º lugar: Celulares, com vídeo e/ou internet. 30%
7º lugar: DVD Blu-Ray 3%
O que vem preocupando especialistas em comportamento humano é o impacto que a tecnologia tem nas relações interpessoais. Se por um lado ela melhora a qualidade de vida, tornando-a mais fácil e eficaz, por outro, ela tende a esfriar as relações entre as pessoas, que já não se encontram. Pelo menos, não pessoalmente. Os ambientes virtuais, tem tomado o espaço dos encontros casuais de amigos e familiares, ou seja, a máquina começa a estar entre o homem e seu semelhante.
O blog Informática e Sociedade chama a atenção para o outro lado da tecnologia. Ou seja, seu impacto nas relações humanas, segundo o site:
“Devemos continuar pensando que apenas estamos no começo da internet, apesar de ela ter pouco mais de 10 anos, ela ainda está no berço esperando para receber novas informações. Informações essas que não acabam nunca!!! O ser humano é capaz de identificar algo tecnológico? Será que nossa mente é um mundo amplo capaz de se deixar levar pela tecnologia ou a tecnologia se deixa levar pela nossa mente? Quem faz a tecnologia?” 4
Enquanto as máquinas aceleram processos a fim de disponibilizar mais tempo para o ser humano aproveitar melhor a vida. Devemos nos questionar sobre o que temos feito com esse tempo ganho. Esqueçamos de vez em quando, as salas de bate-papo, a internet, o celular e vamos viver um pouco na “era das cavernas”. Pois naquela época a vida tinha mais valor do que vemos hoje nas ruas, nos jornais ou nas tragédias que são retratadas no noticiário da TV.
Fontes
2 – http://tecnologia.terra.com.br/interna/0,,OI2932422-EI4803,00.html
4 – http://infoesociedade.blogspot.com/2008/03/o-impacto-da-tecnologia-da-informao-na.html
New Deal Verde
janeiro 18, 2009 by Gil Lemos
Filed under Tecnologia

Emissão de gases, desmatamento, poluição de rios e mares, são ações que estão destruindo o planeta. A escassez dos combustíveis fósseis ameaça a economia e torna a busca por fontes renováveis de energia uma necessidade cada vez maior. Nesse cenário de incertezas uma notícia vem aquecendo a esperança global por um futuro melhor, o uso de energia limpa não é apenas boa ao planeta, como também, é bastante rentável para aqueles que investem nessa tecnologia.
A possibilidade de lucro através de medidas ecologicamente corretas é enorme. O desperdício de energia pode ser reduzido de maneira significativa com ações sustentáveis, o que gera economia. Além disso, a reciclagem gera emprego e o marketing ambiental liga a imagem empresarial a ações sustentáveis e revitaliza a marca, na medida em que os consumidores reconhecem a empresa como “alguém que esta fazendo alguma coisa para salvar o planeta”.
Segundo a Gazeta Mercantil(2005), o desafio das empresas agora é como entender a responsabilidade ambiental num outro paradigma, o da responsabilidade sobre ativos ambientais, e capacitarem-se para transformá-los em econegócios, que, garantindo a preservação e o equilíbrio dos ecossistemas, gere lucros sociais, econômicos e ecológicos de forma integrada. Esse é um potencial que gravita despercebido nas corporações e nas suas cadeias de clientes e fornecedores. Se a estratégia é migrar da visão de gestão ambiental para gestão dos potenciais ativos ambientais então pode desencadear ações voltadas a econegócios que atendam às conformidades legais e transformem riscos ambientais em oportunidades de geração de rendas adicionais, reduzindo impactos e valorizando as empresas. 1
Alguns estudiosos afirmam que a sustentabilidade será a salvação para a crise econômica. E por que não dizer, do Capitalismo. Afinal para o reaquecimento da economia mundial é fundamental a injeção de novo fôlego ao mercado financeiro. Isso pode ser conseguido através de investimentos, empregos, maior consumo, itens que podem ser explorados nesse crescente mercado de econegócios. Segundo a Super Interessante (Dez 2008, p.32):
O sistema financeiro ficou grande, forte e deu impulso ao maior crescimento econômico da história. Agora que a página esta virada, o capitalismo precisa encontrar um motor novo… Alguns dos governantes mais poderosos do mundo estão colocando bilhões de dólares em fichas nessa mesa. Barack Obama por exemplo. O homem que assume a Casa Branca em janeiro quer gastar US$ 150 bilhões em ajuda para empresas que desenvolverem tecnologias limpas – sejam painéis solares, carros elétricos, etanol de celulose ou o que for… Seria mais ou menos uma versão verde do New Deal, o programa que o presidente Roosevelt implementou nos anos 30 para reaquecer a economia dos EUA, criar empregos e tirar o país da Grande Depressão. 2
A previsão dos especialistas é que até 2050, caso não se reduza a emissão de poluentes pela metade, a temperatura do planeta pode subir 7º Celsius. Isso representaria uma catástrofe global, com derretimento de geleiras, inundações , morte de inúmeras pessoas, plantas e animais. Entretanto, mesmo diante da ganância humana que adia o uso de recursos renováveis, devido ao lucro obtido pelo petróleo, já estamos diante de vários projetos de uso sustentável da natureza. Não pela boa índole e sim pelo novo foco de lucro que é visível nessa exploração inteligente do meio ambiente.
A IstoÉ(2008) demostra abaixo o que representa em nossas vidas o uso de fontes alternativas de energia:3
- BIOCOMBUSTÍVEL: Em 2006, o biocombustível alimentava 1% do transporte terrestre mundial. A estimativa é que se multiplique por 4 nos próximos 20 anos.
- ENERGIA EÓLICA: O valor final na conta de luz não muda para o consumidor. O que vale é a consciência leve em saber que há menos desgaste dos recursos naturais
- ENERGIA MAREMOTRIZ (retirada da força das ondas do mar): Na mesma linha da energia eólia, o valor do gasto final de energia não muda para o consumidor. O que vale é a consciência tranqüila.
- VEÍCULO ELÉTRICO: O custo da eletricidade é de R$ 0,50 por quilowatt/hora. Para uma recarga completa. O custo será de R$ 6,00. O custo por quilômetro, então, e de cerca de R$ 0,075, apenas 37,5% do carro a gasolina.
- ENERGIA SOLAR (Painéis solares): O equipamento para gerar energia numa casa de quatro pessoas não custa menos do que R$ 8 mil. A tecnologia tende a ser bem mais barata nos próximos anos graças a sua expansão.
- CÉLULA DE COMBUSTÍVEL PARA HIDROGÊNIO E OXIGÊNIO: o programa Clean Urban Transport for Europe testou à primeira geração de ônibus movidos a célula combustível em cidades como Porto, Londres e Barcelona.
Na prática, pesquisas para desenvolvimento de fontes de energia alternativa e redução de custos para sua produção, tem conquistado apoio de diversos países onde, esses projetos, recebem incentivos fiscais e financeiros.
Diante da atual crise financeira, iniciada nos EUA, o dólar perdeu um pouco de seu brilho. Contudo, ao que tudo indica, a cor da moeda americana está na moda e talvez represente o recomeço da relação entre o ser humano e o planeta. Só existem duas opções: a humanidade não terá um futuro ou esse futuro será verde.
Fontes
1- Gazeta Mercantil, 22/8/2005 Eduardo Athayde
2- Revista Super Interessante, Dezembro de 2008.
3- Revista Istoé, 17 dez/2008. N 2041
Os números da satisfação
Qualidade de vida virou produto. Vender satisfação e sensações prazerosas tornou-se ferramenta de atendimento e propósito de muitas empresas que estão surgindo. O Ser humano tem vivido mais e de forma mais intensa o que favorece a criação de empresas especializadas na área.
A Revista Isto È (Dez, 2008) demonstra números interessantes sobre o consumo de produtos e serviços ligados ao bem estar. Esse nicho de mercado não para de crescer e as espectativas não poderiam ser melhores. Veja os índices das pesquisas abaixo1:
- SAÚDE: Em outubro, a procura por check-up no Fleury Medicina e Saúde (SP) subiu 45% em comparação ao mesmo mês de 2007
- FILTRO SOLAR: O consumo cresce 21% anualmente
- VAIDADE MASCULINA: Pesquisa da empresa Nívea mostra que 34% dos homens têm interesse em cuidados faciais
- DIETA SADIA: No Brasil, o seguimento de alimentos e bebidas saudáveis movimentou US$ 6 milhões em 2002. Cinco anos depois a tacha chegou a US$ 15 milhões.
- BELEZA: As vendas de ácido hialurônico – substância usada para preencher rugas – aumentam cerca de 10% a cada ano
- CUIDADO COM O CORPO: Estudo da companhia Natura revela que 85% das mulheres usam hidratantes diariamente
A Isto É, afirma ainda que:
- Até 2010 o mercado de serviços relacionados ao bem-estar deve girar US$ 2 trilhão no mundo
- A partir de 2009, terá início o primeiro curso de pós-graduação em bem-estar (Weellness) do Brasil2
- As academias de ginástica aumentarão o espaço para atividades de relaxamento e consciência corporal
- Os cosméticos terão mais ingredientes naturais, o consumo masculino de cremes crescerá e os procedimentos estéticos serão menos agressivos
- Os produtos orgânicos continuarão ganhando a mesa dos brasileiros
- A medicina preventiva terá mais importância, com check-ups individualizados, de acordo com a idade, o sexo e o biótipo.
O ser humano não quer apenas viver mais, quer também viver bem e, para isso, tem dado mais atenção a saúde. Se envelhecer é uma realidade então o ideal é fazer isso de forma prazerosa e saudável.
Fontes
1 – Revista Isto É, Perspectiva 2009: O Futuro que você vai viver. Nº 2043, 31 de Dezembro 2008.
2 – Fitnessbrasil, acesso em: http://www.fitnessbrasil.com.b
Anunciar é interagir.
janeiro 5, 2009 by Gil Lemos
Filed under Publicidade

De olho no “homem digital”, a publicidade tem buscado inovações que possam fluir pela internet. Mídias flexíveis com acesso disponível em smartphones, PDAs, notebooks, consoles ou qualquer equipamento ligado a rede.
A fragmentação da comunicação comercial tornou-se realidade. Com o crescimento da internet, a TV e o Rádio não tem mais a força que tinham. Dessa forma, as marcas e anunciantes buscam soluções inteligentes para atingir, de forma eficaz, o público alvo de suas campanhas.
Segundo, SANTOS (2008)1, os hábitos e atitudes mudaram:
- O consumidor hoje vê o seu programa favorito de televisão no iPod.
- Agenda os seus compromissos e a sua vida pelo PDA(ou telemóvel).
- Faz juras de amor à namorada por SMS.
- Flerta com outras pessoas no Second Life e no Hi5.
O indivíduo que permanece on-line 24 horas por dia, seja por necessidade (trabalho) ou por prazer (lazer), geralmente não encontra tempo para assistir TV ou ouvir rádio, portanto esse público, que está crescendo de maneira quase exponencial, não é atingido pelos meios convencionais de anúncios de massa. Assim, é necessária a utilização de meios digitais como banners, hotsites, anúncios digitais, ou outras mídias que sejam interessantes e despertem, nesse público, o desejo de consumo.
Em 2007, o total de internautas no Brasil avançou 21%, chegando a 40 milhões. Este crescimento foi ocasionado pelas vendas de computadores, que somaram 10,5 milhões e ultrapassaram, pela primeira vez, o total de aparelhos de televisão vendidos no País. Para o ano de 2008, a expectativa da indústria é de um crescimento de 15%. Neste ritmo, poderemos estimar que no final 2008, o Brasil teve algo em torno de 45 milhões de usuários de internet no país2
Favorecido pelo aumento do acesso a rede, o e-commerce, segundo pesquisa do E-bit divulgada no E-Marketer, o comércio eletrônico dobra de tamanho no Brasil a cada dois anos, e o faturamento do setor foi de aproximadamente R$ 4 bilhões em 2007, crescimento de 43% frente ao ano anterior, e uma cifra quatro vezes maior que o faturamento do e-commerce brasileiro em 2005.
Para se ter uma idéia da importância do comercio eletrônico, veja os números: no Japão, país onde a proporção de internautas compradores é a maior do mundo, 82% dos internautas fazem compras on-line. Nos Estados Unidos, por outro lado, apenas 63% dos internautas fazem compras pela internet. Entretanto, o faturamento do e-commerce americano ultrapassa os US$ 100 bilhões. 3
Pela facilidade de consulta e comparação de preços na internet. O consumidor digital, em sua maioria, pesquisa muito antes de comprar. Outras mídias que vem ganhando destaque no meio são as ligadas a links patrocinados, principalmente em sites de busca como o Google e o Yahoo.
Segundo a SEM Brasil, uma pesquisa, realizada em março de 2008 pela empresa Media-Screen e encomendada pelo Google, analisou o comportamento de usuários brasileiros que compraram produtos de mídia e entretenimento recentemente pela Internet. Dos 603 brasileiros participantes da pesquisa com o perfil analisado, 85% responderam que usaram a Internet no processo de avaliação e compra de serviços de mídia e entretenimento. De acordo com o Business Intelligence do Google Brasil, Gustavo Gasparini, as ferramentas de busca funcionam como portal de entrada para os websites. “No Brasil, 96% dos usuários usam o Google como ferramenta de busca principal para encontrar fontes de informação”, completa Gasparini.
Na pesquisa, foram entrevistados 603 brasileiros usuários da Internet. Dessas 603 pessoas, 57% têm menos de 35 anos, e ficam conectados em média 7 horas e meia por dia. 4
Com tanta informação a um clique de distância fica mais difícil saber para onde direcionar o capital disponível à área de publicidade. Profissionais de marketing e agências, estão se adaptando as tendências atuais de mídia. Contudo, a convergência digital tende a transformar o meio publicitário, pois, assim como a internet, a TV digital possibilitará a interatividade entre anunciante e consumidor. O apelo promocional direto deve influenciar ainda mais o comportamento de consumo e, por isso, as campanhas devem ser mais elaboradas, visto que, poderão dar acesso a vendas instantâneas com feedback imediato do telespectador. 5
Fontes
1- SANTOS, Sérgio H. Novas tendências da Publicidade: Da interrupção à Conversação, Palestra: Lisboa, 29 de Fevereiro de 2008.
2- Coluna Elis Monteiro. Portal RJ Net. Acesso em: www.rjnet.com.br/tecnologiaclassecdominaainternet.php.
3- Blog Doslucas. Acesso em: doslucas.blogspot.com/2008/07/crescimento-ecommerce-brasil.html
4- SEM Brasil: Search Engine Marketing, Acesso em: http://www.sembrasil.com.br/noticias/pesquisa-aponta-que-usuario-usa-buscadores-como-porta-de-entrada-para-outros-sites.html
5- Webinsider, Acesso em: http://webinsider.uol.com.br/index.php/2004/07/15/tv-digital-vai-explorar-o-impulso-de-comprar/

