O futuro é agora
dezembro 30, 2008 by Gil Lemos
Filed under Tecnologia

Seja rápido! O avanço dos equipamentos digitais está a todo vapor. Softwares e Hardwares, que chegaram as lojas este ano, já têm substitutos em desenvolvimento e alguns até com data de lançamento marcada para 2009.
Se você é um aficionado por tecnologia prepare o bolso, pois, as atualizações aparecem em períodos cada vez menores. O Windows Vista, por exemplo, foi lançado mundialmente em 30 de janeiro de 20071(seis anos após o XP), Contudo, seu sucessor tem previsão para janeiro de 2010. Ou seja, o novo S.O., será lançado dois anos depois de seu sucessor. E terá o codinome Windows Seven2. Esse novo sistema será mais leve que Vista e já vem com drives que reconhecem equipamentos com tecnologia multi-touch. A preocupação de muitos usuários é, como sempre, em relação a compatibilidade. Contudo, espera-se que o Seven seja mais maduro, ao ponto de minimizar os conflitos com programas e periféricos ocasionados em versões anteriores.
Veja abaixo o vídeo demonstrativo do novo sistema da Microsoft:
A promessa tanto para os softwares quantos para os hardwares é a mesma: mais velocidade, flexibilidade, compatibilidade e facilidade para o usuário. Outra boa notícia é que com a dinâmica em que aparecem novidades no mercado digital, a depreciação dos equipamentos também é alta. Dessa forma, o preço quando não cai, se estabiliza. Veja o exemplo, um Notebook que há alguns anos custava por R$ 5.000,00, hoje pode ser encontrado, novo, pela metade do preço e ainda dividido em 12 vezes.
Portabilidade é a palavra da moda no meio tecnológico. Com o crescimento das redes sem fio (WIFI), os notebooks e smartphones dão ao usuário a possibilidade de estar on-line o tempo todo em, praticamente, todo lugar.
Em 2007, o iPhone revolucionou a forma de acesso a internet. Com o aparelho, ficou mais do que provado que a internet pode ser utilizada de forma eficaz e prazerosa com um equipamento que cabe no bolso. Os problemas indicados pelos usuários do celular da Aple, indicam muitas vezes, a dificuldade de carregamento de animações em flash e a falta de uma câmera potente como a do N95. Pois o iPhone disponibiliza apenas dois megapixels em sua câmera , enquanto que o aparelho da Nokia tem cinco megapixels.
A promessa é que já em 2009, a Nokia lance o N97 que terá, praticamente tudo que o iphone tem e mais um pouco. A tela de tochscreen por exemplo já estará inclusa e junto a ela um teclado Qwerty completo, que desliza para fora do aparelho tornando-o um mini “notebook”, isso sem contar é claro com a câmera que permanece com cinco megapixels. Abaixo segue um vídeo demonstrativo do N97, que tem lançamento previsto para o segundo semestre de 2009.
Segundo O Globo3, a tendência será a convergência, tendo os smartphones como ponto de partida para um mundo de serviços e conteúdos cada vez mais integrados a web.
O que se percebe é que o internauta está interagindo mais intensamente com o varejo. As compras on-line não param de crescer e o mercado está voltando sua atenção para o usuário on-line. A web 2 e o 3G estão revolucionando o conceito entre o real e o virtual. E essa expectativa é que em pouco tempo vários equipamentos eletrônicos, como TVs, geladeiras, celulares e computadores, transformem de maneira definitiva o modo de interagir com o mundo. Seja em um negócio ou em um relacionamento, a internet fará parte do processo, e quem sabe um dia, não consigamos distinguir o real do virtual, já que estaremos imersos nesse mar de informações, presos nessa rede mundial, popularmente chamada de internet.
Fontes
1 – http://pt.wikipedia.org/wiki/Windows_Vista
3 – http://oglobo.globo.com/tecnologia/mat/2007/12/23/327741180.asp
Descentralizar para globalizar.

Em meio ao caos econômico que chegou a ser mencionado como superior ao crash de 1930. O mundo vê o capitalismo mostrar suas deficiências. Alguns apostam que no futuro um novo sistema se desenvolva a partir dessa crise, outros preferem acreditar que é apenas um vendaval que logo será uma brisa. Na verdade o que se sabe é que países emergentes têm reagido muito bem à turbulência atual. Acostumados a momentos difíceis, muitos países em desenvolvimento fizeram a “lição de casa” e, acumularam capital, a fim de não serem pegos de surpresa em momentos de crise e ficarem tão dependentes de recursos internos como, por exemplo, o FMI (Fundo Monetário Internacional).
Segundo a Folha (2008)1, Alex Patellis afirma que os mercados emergentes são agora os credores mundiais. Pois, acumularam trilhões de dólares nos últimos anos para momentos difíceis e esses momentos estão aqui. Patelis, diz ainda, que o mundo enfrenta “uma mudança total de papéis”, e os países emergentes estão na posição de facilitar liquidez a seus parceiros ricos.
Além disso, segundo os dados do Merrill Lynch, as economias emergentes, lideradas por Brasil, Rússia, Índia e China, podem ter acumulado cerca de US$ 9 trilhões.
Em outras palavras a economia global está sofrendo uma reviravolta entre credores e devedores. A liquidez dos papeis de países em desenvolvimento é um atrativo que já está sendo refletido nas tendências de investimento.
Os emergentes vão sofrer com a crise? Claro que sim! Contudo, o cenário global mostra que sentirão os efeitos em menor grau do que os países desenvolvidos. Pois pelas características históricas de enfrentamento inflacionário, sua economia está mais adaptada a momentos de incertezas e por isso devem estar mais preparados para solução do problema.
Fontes:
1- Folha Online. Link: http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u455123.shtml
Acesso: 15/10/2008
O poder do relacionamento
Quem pensa que pode chegar ao sucesso caminhando sozinho está enganando a si mesmo. Nenhum ser humano é uma ilha e os relacionamentos são fundamentais para a ascensão profissional. Basta lembrar que, seja no trabalho, em casa, na rua ou mesmo nos momentos de lazer estamos cercados de pessoas que fazem parte da nossa rede de relacionamentos.
O relacionamento mesmo no âmbito B2B (business-to-business) tem considerável importância, pois as empresas devem estar em sintonia com seus parceiros e fornecedores. Isso resulta em melhor qualidade de serviços e produtos. Uma boa rede de relacionamentos B2B faz a grande diferença para que a empresa possa oferecer qualidade no atendimento, produção e distribuição de mercadorias.
Segundo CARVALHO, Vânia (2008)1, “já vai longe o tempo em que as empresas concentravam toda a sua verba de Marketing em Propaganda e isso bastava para que fosse conhecida, e respeitada no mercado. Maior concentração ainda se via na alocação da verba em TV.
Os tempos mudaram. A concorrência se tornou acirrada, a globalização já é uma realidade e, a cada dia, os clientes – sejam eles os consumidores finais ou os clientes corporativos – buscam diferenciais significativos entre as empresas e seus produtos e serviços, para definirem suas escolhas. Em algumas categorias de produtos e serviços, o preço não é mais um diferencial. Muito menos a distribuição.
É por isso que o relacionamento com clientes e consumidores finais se torna imperativo e é objeto de atenção e investimentos cada vez maiores das empresas. Clientes gostam de se sentir especiais, bem cuidados, como se fossem únicos.”
A fidelização é necessária para manter as vendas e o lucro da empresa, no entanto para que isso se concretize, o cliente deve sentir que a empresa tem algum benefício que a concorrência não tem. Por isso, o atendimento volta-se hoje ao relacionamento com o cliente. A aproximação contínua entre empresas e consumidores gera vínculos, muitas vezes, quase que familiares entre eles.
O cliente, ao perceber valor agregado em um produto ou serviço, tende a tornar-se defensor da marca e um usuário fiel, desde que seja incentivado continuamente pela qualidade do serviço oferecido. Marcas como Harley Davidson e Macintosh, só para citar alguns exemplos, conseguiram um relacionamento tão eficaz com a clientela que hoje não representam apenas os produtos que levam seu nome, como também, um estilo de vida. Ou seja, muitos consumidores adquirem esses equipamentos não apenas pela qualidade, mas pelo status que representam.
Segundo KOTLER, Philip (2005)2, “Os profissionais de marketing melhoraram a habilidade de identificar pessoas influentes e alcançá-las cedo para que possa fazer o trabalho de divulgação de um produto ou serviço preferido. As empresas estão até contratando pessoas para exigir novos telefones e produtos eletrônicos em lugares públicos para conseguir chamar a atenção.”
O melhor marketing que existe é o de boca em boca. Entretanto, para conseguir que o cliente fale bem da empresa, não basta ter preço, qualidade e eficácia na entrega dos produtos, isso a concorrência pode copiar. A grande sacada é o investimento em sensações que o cliente possa levar ao consumir um produto, ou entrar em uma loja, ou ainda em ser abordado por um vendedor. Em um mundo globalizado em que muitos relacionamentos se estabelecem diante de um computador, existe carência de afeto, atenção, toque. E, esse é o grande diferencial que pode ser amplamente aproveitado pelo mercado.
Fontes
1- CARVALHO, Vânia. A importância do relacionamento com clientes nos dias de hoje. http://www.mundodomarketing.com.br/materia.asp?codmateria=860
Acesso em: 10/12/2008
2- KOTLER, Philip. O Marketing sem Segredos, trad. Bazan Tecnologia e Lingüística. – Porto Alegre: Bookman, 2005.
Muitos problemas são soluções
Seja em uma empresa ou em nossas vidas, iremos nos deparar com circunstâncias desagradáveis que exigem tomadas de decisão. Mas nem todo problema é ruim, pois, é através da busca por soluções que criamos as possibilidades de lucro e crescimento pessoal e empresarial.
A empresa de sucesso é aquela que não apenas ouve seus clientes e sim que os valoriza. Resolver um problema apontado por um cliente pode ser o caminho para fidelização e descoberta de novos nichos de mercado. O feedback com o cliente é essencial para o autoconhecimento e até mesmo para saber se estamos indo na direção correta. É comum ocorrer, após o lançamento de determinado produto, dúvidas e opiniões diferentes entre os clientes. Cabe aos profissionais de marketing filtrar essas informações a fim de indicar qual atitude é mais adequada para atingir as expectativas do consumidor.
Quando um cliente interno ou externo está insatisfeito, a empresa tem um sério problema. A insatisfação é antiproducente e o consumidor tende a divulgar de forma mais contundente o serviço prestado de forma indevida. Pesquisas indicam que o consumidor insatisfeito comenta em média com 11 pessoas sobre o problema, enquanto o consumidor satisfeito fala com apenas 5 pessoas sobre o serviço.
É comum o fato de muitas empresas focarem suas campanhas de marketing na aquisição de novos clientes. Entretanto, já ficou comprovado que os clientes já existentes tendem a tornar-se mais rentáveis na medida em que permanecem fieis. Além disso, são menos sensíveis ao preço. Dessa forma, é mais eficaz o investimento em promoções de fidelização aos clientes atuais, do que o custo elevado de campanhas de prospecção.
Quando um cliente mostrar-se insatisfeito, siga os passos abaixo para um atendimento com excelência:
- Descubra qual é o problema.
- Descubra o que o cliente espera que seja feito para resolver o problema.
- Assuma responsabilidade pessoal para resolver o problema.
- Faça um esforço especial para deixar o cliente confiante.
- Mantenha uma atitude objetiva.
- Mantenha-se positivo e calmo.
- Resolva o problema rapidamente.
- Siga em frente até completar seu objetivo.
- Mantenha em mente o cenário maior.
- Durante o próprio processo de recuperação, identifique fontes comuns de problemas.
Fontes
- ROBINETTE, Scott e BRAND, Claire com LENZ, Vicki. Marketing Emocional: A maneira Hallmark de ganhar clientes para toda a vida. trad. Arlete Simille Marques – São Paulo: Makron, 2002
- Harvard Management/ Universidade Coorporativa Caixa. Mantendo o Foco no Cliente, 2008

