E-marketing
O cliente mudou seus hábitos, a tecnologia que veio para oferecer melhor comodidade na utilização do tempo, por ironia do destino, ou da necessidade de obtenção do lucro, faz com que as pessoas estejam com ainda menos tempo. Dessa forma, o consumidor atual, vê menos TV o que justifica a necessidade de uma melhor distribuição do investimento publicitário em outros veículos de comunicação, como é o caso da internet.
O e-marketing ou Marketing Eletrônico surge dessa forma como modo de proporcionar ao internauta a possibilidade de comprar, comparar e até mesmo ver apenas a propaganda que diz respeito as suas intenções de compra.
Segundo o site mercadologia.org, a Internet veio criar novas formas de distribuição para produtos e serviços, associando-se a novos modelos de negócio, específicos para o meio, ou mesmo constituindo-se, muitas vezes, como o próprio modelo de negócio. Neste âmbito tem como principais vantagens a abrangência em termos de mercado, a rentabilização dos processos (tempo, distância, custos, agilidade, eficiência), a promoção direcionado e a aferição de resultados e conseqüente adequação à procura em tempo real.
Sites como o Google e mercadolivre, utilizam o e-marketing para direcionar banners publicitários de acordo com o perfil do usuário. Ou seja, através de um sistema dinâmico, esses sites analisam os cliques dos internautas e suas tendências de busca a fim de tornar mais eficaz à campanha.
A internet também é utilizada, de forma eficaz, como veículo para treinamento de funcionários e para estabelecer contato direto com fornecedores através da intranet e extranet. Segundo Kotler (2005), a propaganda tradicional teve sucesso com a propaganda pesada (em mercados ao consumidor, e uma grande força de vendas (em mercados empresariais). Agora um número cada vez maior de empresas está trocando parte de seus orçamentos para mala-direta, telemarketing, faxes, e-mail, páginas na Internet e propaganda pela Internet.
O perfil empresarial precisa mudar e está mudando. Aqueles que não se adaptarem estarão fadados ao fracasso, até porque, o consumidor já mudou. Dessa forma, cabe aos empresários atuais a difícil tarefa de perceber a importância do marketing e implementá-lo em suas instituições de forma mais abrangente a fim de abocanhar uma fatia cada vez maior do mercado e não perder espaço na era da informação.
Fontes
- http://www.mercadologia.org/e-marketing-perspectivas-e-prospectivas/
- http://pt.wikipedia.org/
- KOTLER, Philip. O Marketing sem Segredos. Trad. Bazan Tecnologia e Linguística. Porto Alegre: Bookman, 2005.
Virtualização
setembro 17, 2008 by Gil Lemos
Filed under Tecnologia
Imagine a seguinte situação! Você atualizou seu sistema para o Vista e aquele programa que você mais precisa não roda. O que fazer? Ou ainda, você é programador e está testando um aplicativo multiplataforma como testar seu sistema em várias versões do Windows e no Linux? Se você pensou em ter vários computadores cada um com um sistema diferente você errou. Dual boot? Também Não! O ideal é você ter vários sistemas rodando numa mesma máquina através da virtualização.
A virtualização é a possibilidade de rodar (emular) vários sistemas em uma mesma máquina sem a necessidade de sair do sistema operacional (SO) padrão. Os emuladores são máquinas virtuais que simulam computadores reais. São bastante conhecidos os emuladores de videogames antigos e os emuladores de microcomputadores, como o VMware , Virtual PC, XEN o Bochs. Ou seja, o usuário que, por exemplo, usa o Windows XP, pode rodar dentro dele, como se fosse mais um programa, um sistema inteiro ou mais. Para melhor entendimento imagine a seguinte situação, você usa o Linux, mas precisa de alguns programas do Windows, então você instala uma máquina virtual do Windows dentro do Linux, e assim pode usufruir dos dois sistemas.
Para LOPES & LAZARINO (2006) Virtualização é a palavra que faz brilhar os olhos dos executivos de TI de grandes empresas. Não é para menos. A virtualização lidera o ranking das tecnologias, divulgado pelo Gartner Consulting, que terão mais impacto em 2007. No caso da virtualização de servidores, o crescimento é monstruoso. Há três anos, o número de servidores instalados em grandes empresas era quase zero. Hoje, são 500 mil servidores virtuais rodando aplicações com mais diversos níveis de complexidade. Segundo projeções do IDC, outra empresa de consultoria, em 2009 esse número deve chegar a 1,2 bilhão. A corrida é motivada pelas inquestionáveis vantagens proporcionadas pela troca de servidores reais por virtuais.
A virtualização chega ao mercado com força total, representando inovação roporcionando recursos altamente eficientes para as empresas e organizações. Atualmenta virtualização é uma das soluções em tecnologia para facilitar os processos dentro do ambiente de TI. Existem softwares que atuam nesse cenário, cada um com sua especificações, agregando qualidade e melhor desempenho à rede. Com os recursos que essa tecnologia proporciona é possível para a empresa, entre outras facilidades com economia em equipamentos e consolidação de servidores. Com ela é possível reduzir em mais de 50% a utilização em recursos de hardware. Ao invés de ter dez servidores possível ter apenas cinco com mais capacidade que os dez anteriores, isso representa acima de tudo economia.
A virtualização vem ganhando espaço, pois o que se observa é que grandes corporações já estão virtualizando seus servidores, dessa forma, ao invés de manter, um servidor em cada filial, criam na matriz vários servidores virtuais em poucos computadores reais. Assim toda a rede fica mais leve, protegida, e seu custo operacional cai.
Outra vantagem significativa é o fato de que a máquina virtual é composta por poucos arquivos que podem, em caso de problemas, simplesmente ser deletados, e substituídos por um novo arquivo com o sistema totalmente configurado e livre de pragas.
Para rodar aplicativos do Windows no Linux, também pode ser usado o Wine. Que, segundo a Wikipédia, é uma implementação Livre das bibliotecas do Windows no Linux, isto não é emular, pois ele não cria nenhuma máquina virtual em que o Sistema operacional Windows roda em cima (ou seja, virtualização). O WINE funciona como uma camada que expõe uma API compatível com a do Windows; ao serem executadas as diferentes funções, o Wine irá traduzi-las para rotinas em UNIX cujo resultado seja idêntico.
Segundo Rosana (2007), A virtualização de servidores oferece as seguintes vantagens e desvantagens:
Vantagens
• Diminuição de custos com hardware, utilizando a consolidação de servidores.
• Facilidades no gerenciamento, migração e reaplicação de computadores, aplicações ou sistemas operacionais.
• Prover um serviço dedicado a um cliente específico com segurança e confiabilidade.
• Facilitar o aperfeiçoamento e teste de novos sistemas operacionais.
• Auxiliar no ensino prático de SOs e programação, uma vez que é permitido a execução de vários sistemas para comparação no mesmo equipamento.
• Executar diferentes SOs sobre o mesmo hardware, simultaneamente.
• Simular configurações e situações diferentes do mundo real, como por exemplo, mais memória disponível ou a presença de outros dispositivos e E/S (Entrada e Saída).
• Simular alterações e falhas no hardware para teste e reconfiguração de um sistema operacional, provendo confiabilidade para as aplicações.
• Desenvolvimento de novas aplicações para diversas plataformas, garantindo a portabilidade dessas aplicações.
Desvantagens
• Perda de performance das aplicaçõesde maneira geral.
• Outra desvantagem é que as máquinas virtuais consomem bastante processamento e memória, exigindo máquinas de mais desempenho e configuração mais sofisticada que custam mais caro.
Fontes _________________________ MANARA, Rosana. Virtualização de Sistemas com VMware, Jaguariúna, SP. 2007 LOPES, A.; LAZARINO, O. VMWARE Inside in INFO, São Paulo, n. 248, p. 126-127, nov. 2006. Wikipédia: Wine - http://pt.wikipedia.org/wiki/WINE Wikipédia:Máquina Virtual -http://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%A1quina_virtual
CRM vale à pena?
O uso da tecnologia é cada vez mais comum em nossas vidas. Seja no meio empresarial ou pessoal, a informação oferece oportunidades, a quem sabe utilizá-la. As empresas já perceberam as vantagens da utilização de banco de dados para analisar as preferências da clientela e assim tornar suas ações de marketing mais efetivas. Por isso o CRM é uma das palavras que estão atualmente na moda empresarial.
Customer Relationship Management (CRM) é uma expressão em inglês que pode ser traduzida para a língua portuguesa como Gestão de Relacionamento com o Cliente (Gestão de Relação com o Cliente, em Portugal). Foi criada para definir toda uma classe de ferramentas que automatizam as funções de contato com o cliente, essas ferramentas compreendem sistemas informatizados e fundamentalmente uma mudança de atitude corporativa, que objetiva ajudar as companhias a criar e manter um bom relacionamento com seus clientes armazenando e inter-relacionando de forma inteligente, informações sobre suas atividades e interações com a empresa. (Wikipédia)
Dessa forma o CRM torna-se uma ferramenta poderosa para definir as necessidades potenciais de compra da clientela, pois possibilita a análise de hábitos e preferências, permitindo um foco efetivo no cliente potencial. O problema é o custo operacional para ter resultados efetivos na utilização dessa tecnologia.
Segundo Kotler, (2005, p. 124), o CRM foi vendido como uma revolução tecnológica que permitiria maior precisão para identificar clientes em potencial e fazer ofertas. Muitas empresas investiram milhões de dólares para coletar dados, apenas para descobrir que os dados não tinham muitas variáveis importantes e, pior, as pessoas da empresa não eram voltadas para o cliente ou organizadas para o cliente.
Então o desafio é saber quando a CRM é um investimento adequado e como implementá-lo com sucesso. O CRM faz mais sentido em setores ricos em dados como o bancário, o de cartões de crédito, o de seguros e o de telecomunicações. Faz menos sentido em mercados de massa que vendem produtos a preços baixos.
Ou seja, Kotler afirma que o CRM é útil sim. No entanto, para mpresas que trabalham com uma grande quantidade de informações, pois dessa forma elas podem focar suas ações de maneira adequada. Contudo, Kotler afirma também que a empresa deve, primeiro, voltar-se ao cliente, focar toda a sua estrutura organizacional na clientela. Pois, somente dessa forma, é possível utilizar o CRM corretamente. Já que, de nada adianta, ter informação sobre os hábitos da clientela e não usar esses dados para atingir suas necessidades, isso ocorre quando o foco é o produto.
Vendedores estão acostumados a ganhar comissões por volume de vendas. Entretanto, poucas empresas se preocupam em motivar os vendedores em relação à fidelização da clientela. È importante para empresa focada no cliente, programas de incentivo a vendas de fidelização. Ou seja, que permitam a aproximação entre cliente e empresa.
Fonte ___________________________ - http://pt.wikipedia.org/wiki/Customer_relationship_management - KOTLER, Philip. O Marketing sem Segredos. Trad. Bazan Tecnologia e Linguística. Porto Alegre: Bookman, 2005.
Onde está a qualificação?
Muito se fala sobre a falta de oportunidades no mercado de trabalho atual. Entretanto, a história não é bem essa, na realidade, existem vagas o que falta são profissionais com a qualificação exigida para os cargos oferecidos.
Para se ter uma idéia, segundo O Jornal Globo, de 28/10/2007, com 185 funcionários e produzindo 960 mil peças por ano, a Rota do Mar é a maior confecção de Santa Cruz do Capibaribe, a 192 quilômetros de Recife. Para resolver a questão da mão-de-obra, apelou para a China. Pelo menos 20 mil de suas peças – as que exigem um acabamento mais sofisticado – são feitas do outro lado do mudo.
- Aqui falta tudo. Costureira, modista, estilista, vendedores, designers, trabalhadores para o setor financeiro e recursos humanos. Tenho dificuldade até de arranjar segurança com formação para a guarita da fábrica – queixa-se Arnaldo Xavier, diretor da Rota do Mar. – Já estou me preparando até para terceirizar em outros estados, como Sergipe.¹
Ou seja, o trabalho ainda existe, contudo, as exigencias é que mudaram. Na era da informação, não tem vaga para o “desinformado”. Daí a importância do investimento em cursos de qualificação profissional.
Para aqueles que desejam investir em cursos de qualificação o SEBRAE (Serviço Brasileiro de Apoio as Pequenas Empresas) é uma boa opção. O SEBRAE aposta na disseminação do conhecimento como principal ferramenta para a capacitação e a sobrevivência do empreendedor brasileiro. O conhecimento é o caminho para que os empreendedores continuem evoluindo e buscando oportunidades. Esta é a bandeira que o SEBRAE carrega e perpetua. Por isso, desenvolveu uma série de produtos em diversos formatos que promovem a educação empreendedora e tornam a gestão dos pequenos negócios mais eficiente. ²
Procure o SEBRAE da sua cidade ou região ou busque cursos na internet. Segue abaixo alguns links que podem ajudar. Lembre-se que o melhor tesouro que o homem pode possuir é o conhecimento.
Links
http://educacao.sebrae.com.br/
http://www.inpi.gov.br/menu-esquerdo/articulacao_institucional/cursos
http://my.opera.com/Ricardo%20Belfiglio/blog/sebrae
http://www.aciubatuba.com.br/modules/news/makepdf.php?storyid=169
Fonte
____________
1- http://clipping.planejamento.gov.br/Noticias.asp?NOTCod=391300
2- http://pt.wikipedia.org/wiki/SEBRAE
A limitação da propaganda
setembro 7, 2008 by Gil Lemos
Filed under Marketing, Publicidade
Segundo Kotler (2005), a propaganda tradicional é uma variável fundamental do mix de marketing. No entanto, a sua principal limitação é o fato de ser um monólogo. Hoje em dia, é essencial desenvolver sistemas de comunicação persuasivos que permitam a troca de informações com clientes atuais e aqueles em potencial.
É engraçado como muitos empresários enxergam o marketing. Empresas contratam agencias de publicidade no intuito de vender mais, em um determinado período, ao invés de buscar um trabalho mais efetivo que consolide a marca e os produtos oferecidos para fidelizar a clientela.
O que acontece é que o marketing ainda é pouco compreendido no meio empresarial, ou pelo menos, não de forma plena. O marketing trabalha segundo os 4 P’s (Produto, Praça, Preço e Promoção), a propaganda representa apenas um dos pontos do marketing, a PROMOÇÃO.
Infelizmente, a propaganda não garante a qualidade do produto (1º P = PRODUTO), nem busca informações sobre preferência do consumidor local (2º P = PRAÇA), e muito menos, a propaganda, não verifica o valor cobrado pela concorrência pelos seus produtos (3º P= PREÇO).
A limitação da propaganda é clara. Ela atinge o público apenas numa fase final, “como doses homeopáticas” de incentivo ao consumo. Por isso, o empresário faz investimentos constantes em propaganda, que, nem sempre atinge o resultado efetivo. Na melhor das hipóteses consegue um bom volume de vendas no período promocional, no entanto, finda a campanha publicitária, os clientes desaparecem e as vendas retornam ao patamar normal ou inferior ao esperado.
Falta comunicação bipolar, ou seja, diálogo. Não basta informar o que se tem quando o importante é descobrir o que se espera. O cliente não é apenas o detentor do capital, uma representatividade do cifrão, é uma pessoa sensível que quer ser reconhecida como tal, e a empresa que souber fazer isso com mais destreza, certamente colherá o fruto de seu trabalho, um cliente defensor da marca.
Fonte --------------- - PIMENTEL, Alex. Curso de Empreendedorismo - São Paulo: Digerati Books,2008 - KOTLER, Philip. O Marketing sem Segredos - Trad. Bazan Tecnologia e Linguística, São Paulo: Bookman, 2005 - GAMBLE et al, A Revolução do Marketing - São Palulo: Futura, 2007 - ROBINETTE et al, Marketing Emocional - São Paulo: Makron books, 2002

